CUIABÁ

AGRO

Baru | Castanha ou remédio?

Publicados

AGRO

Hoje falaremos de uma planta que à primeira vista pode passar batida aos olhos de quem não a conhece, mas que guarda em si um poder enorme para saúde humana. Típica do cerrado, o cumbaru ou baru e em outros lugares conhecida também como cumbari, foi ignorado por muito tempo pela culinária tradicional, ficando em segundo plano. Porém, a sabedoria do homem da roça jamais o deixou de lado. Tanto que foi apelidado de Viagra do cerrado. A razão disso é porque sua castanha tem poderes afrodisíacos, confirmado tanto pela sabedoria popular da zona rural quanto pelos seus apreciadores da cidade. O fruto tem sabor marcante, mas o que chama atenção de todas é sua castanha.

As propriedades já descobertas dessa semente a transformou em uma especiaria, hoje disputada dentro dos maiores e melhores restaurantes do Brasil. Em alguns municípios já foi até utilizada a farinha da castanha do Baru para prevenção de anemia nas escolas e creches. Isso porque uma de suas propriedades é a riqueza de ferro. Além disso também é rica em zinco e ômega 9, ambos nutrientes têm como função ser antioxidante e melhora os níveis de colesterol. Uma outra potente ação é o efeito anti- plaquetário, ou seja, o baru previne as tais perigosas tromboses.

O baru também é rico em ácidos graxos, lipídios e proteínas vegetais. Bastam 4 a 5 castanhas diárias para prevenir de inúmeras doenças, além é claro de aumentar a virilidade masculina e a fertilidade feminino. A razão disso é a grande quantidade de zinco encontrada na castanha.

Apesar de toda essa riqueza de nutrientes e da importância do Baru, infelizmente está correndo risco de extinção, isso por causa do desenfreado desmatamento do cerrado. Talvez por isso a dificuldade de encontrar a castanha a tornou muito cara nos grandes centros.

O quilo da castanha pode chegar a R$ 150, mas dado o enorme bem que o Baru faz a saúde, cada castanha vale o quanto pesa. Se pensar que pagamos muito mais caro para curar doenças ou controla-las, comer quatro a cinco castanhas além de ser prazeroso é certamente um grande investimento na saúde. O baru não é remédio, mas certamente faz muito bem ao organismo humano.

Fonte: Andréia kruger – Graduada em Direito, Especialista em Direito Agro Ambiental e Alimentos

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

AGRO

MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

Publicados

em

Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA