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Centro-Oeste inaugura Primeiro hub de inovação agro

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O primeiro hub de inovação voltado ao agronegócio do Centro-Oeste foi inaugurado no último dia 18 e já conta com parcerias importantes. Durante a cerimônia de lançamento do Conexa, foram assinados protocolos de intenções com o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e com a UFG (Universidade Federal de Goiás).

O objetivo das parcerias é promover o desenvolvimento e o fomento de startups e de iniciativas tecnológicas destinadas ao desenvolvimento do agronegócio, abrangendo as áreas operacionais, de produção, comercialização, logística, gestão, de ensino, pesquisa e extensão.

Segundo o CEO do Conexa, Eduardo Bitu, é motivo de satisfação perceber que o de propósito de conectar a transformação do campo também é compartilhado por instituições tão relevantes.

Eduardo Bitu, Edward Madureira Brasil e Carlos Barbosa / Foto: Divulgação

“Essa convergência do entendimento sobre os desafios do agronegócio e como podemos somar esforços com o mesmo propósito foi fundamental para a formalização de protocolos de intenção.”

Em relação à UFG, Bitu destacou que o conhecimento gerado na academia e uma agenda facilitada para construir soluções de forma colaborativa representa maximizar as possibilidades de superar os desafios na jornada da inovação.

“Além disso, traz a possibilidade de proporcionar maiores oportunidades de empreendedorismo para jovens que desejem empreender conosco, formando um ecossistema colaborativo ideal.”

Para o reitor da Universidade Federal de Goiás, Edward Madureira Brasil, o hub terá um impacto relevante para o desenvolvimento tecnológico e socioeconômico do Estado de Goiás, a partir da criação de um ambiente de inovação e empreendedorismo para o impulsionamento de startups do agronegócio.

“A parceria da UFG com o Conexa faz parte das ações voltadas à intensificação da interação da instituição com as empresas, para colocar o conhecimento e a pesquisa científica e tecnológica produzidos na Universidade a serviço da sociedade.”

Antônio Carlos de Souza Lima Neto, Eduardo Bitu e Carlos Barbosa / Foto: Divulgação

Segundo o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, hoje já não é mais possível falar em agronegócio sem citar inovação, tecnologia e conhecimento.

“Toda forma de estimular inovações no campo é válida e é preciso incentivar projetos que possam contribuir para o desenvolvimento do setor. O Conexa é um ganho para Goiás, ampliando a transformação digital no campo, e a Secretaria de Agricultura atuará em parceria para fortalecer o ambiente das agtechs no Estado”, ressalta.

Conexa em Goiânia

Conexa em Goiânia Considerado uma fábrica de startups, o Conexa, com 600 m², tem capacidade para 100 pessoas e já tem quatro agtechs incubadas.

                                                                                                                                                                Foto- Divulgação

Conta também com mezanino com espaço de lazer e salas de reunião e pitch, além de um auditório para 50 pessoas.

“Vamos identificar agentes inovadores e modelos de negócios competitivos que atendam aos desafios do agronegócio e oferecer uma jornada liderada por nossos mentores e profissionais”, explica Bitu.

O hub é uma iniciativa da Siagri, empresa especializada em desenvolver soluções para a gestão do agronegócio, com 20 anos de atuação. Atualmente, 850 grupos agrícolas gerenciam suas operações com as soluções em software da Siagri, somando 40 mil usuários em todo o país.

 

Fonte: Da Redação/MinutoMT

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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