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Cultivo da Mamona em MT é usada como como opção de 2ª safra

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A mamona é uma planta que possui um teor de óleo muito elevado (48-60%) nas sementes. As características de adaptabilidade da planta em diferentes ecossistemas e a possibilidade de seu cultivo em áreas marginais a tornam importante alternativa tanto para cultivo em safra quanto em safrinha.

No Brasil é cultivada principalmente na região Nordeste. A Embrapa pesquisa a cultura da mamona desde 1987, e foram desenvolvidas quatro cultivares e vários sistemas de produção.

Em Mato Grosso a mamona é opção de segunda safra e para melhorar a produtividade da soja. No estado, o plantio foi feito em cerca de 2,5 mil hectares.

Flexível aos tempos de seca, o cultivo da mamona tem sido usado A oleaginosa tem sido cada vez mais estudada pelos produtores da região sul de Mato Grosso como alternativa.

Em Primavera do Leste (MT) dos 2,7 mil hectares, 308 foram destinados a um tipo híbrido da mamona.

“É uma cultura que não concorre com a janela do milho. Planto milho em mês de fevereiro, em março é possível plantar a mamona e ter bons rendimentos, sobre tudo por ser uma cultura que exige pouca pluviosidade. Então, ela entra como alternativa”, explicou o coordenador técnico operacional Flávio Correia Maciel.

O lucro se dá com a venda do fruto, também chamado de baga. É nele que estão as sementes, de onde é extraído o óleo usado na indústria. No ano passado, o quilo chegou a ser comercializado entre R$ 2 e R$ 3.

O óleo de mamona é uma matéria prima importante para a indústria química, visto ser a única fonte comercial de ácido ricinoleico, que compreende cerca de 90% do teor do óleo.

Além das principais utilizações do ácido ricinoleico, há também uma recente exploração deste óleo vegetal como biocombustível e de novos produtos derivados do óleo de rícino.

Novos produtos derivados do óleo de mamona surgem todos os dias, aumentando a demanda no mercado global, e tornando essa maior que a oferta.

O óleo da mamona serve de base para a fabricação de graxas e tintas, e é utilizado principalmente na indústria aeroespacial por ter propriedades específicas que o diferenciam de outros óleos.

 

Fonte: Da Redação MinutoMT

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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