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Em junho Potencial de exportação de carne bovina é de 112,8 mil toneladas

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As exportações brasileiras de carne bovina in natura têm potencial para alcançar 112,8 mil toneladas em junho, caso a média diária de 5,94 mil toneladas dos 14 primeiros dias úteis do mês se mantenham, estima a consultoria Agrifatto com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

A média de 5,94 mil toneladas é 128,7% superior à do mesmo período de 2018 e 6,0% maior do que a de maio de 2019 – entretanto, a atividade econômica em junho do ano passado foi prejudicada pela greve dos caminhoneiros.

As 112,8 mil toneladas totais que o País pode embarcar se mantiver a média diária são 107% maiores do que o total embarcado no mesmo mês do ano passado.

Nos 14 dias úteis deste mês, o Brasil enviou 83,12 mil toneladas de carne bovina in natura ao exterior e faturou US$ 320,48 milhões.

O preço médio por tonelada ficou em US$ 3.855,58, recuo de 7,8% ante o preço médio em junho do ano passado e de 0,61% na comparação com maio deste ano.

Novo Mercado

A auditoria dos Estados Unidos no sistema de inspeção de carnes do Brasil termina nesta sexta-feira, dia 28. Nos bastidores do Ministério da Agricultura, a expectativa é de retomar os embarques de carne in natura, embargados desde 2017.

O Brasil deve voltar a vender carne bovina in natura para os EUA em 2019. A auditoria norte-americana em frigoríficos brasileiros acaba nesta sexta, dia 28, a tendência, segundo a Scot Consultoria, é retomar os embarques.

O analista de mercado da Scot Consultoria Hyberville Neto comentou que as chances de reabrir o mercado são boas. Segundo ele, mesmo com a negociação, o mercado deve manter firmeza nos preços do boi gordo.

 

Fonte: MinutoMT da Redação 

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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