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Feirão do Sicredi encerra neste sábado (9) em Rondonópolis

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Encerra neste sábado (9) a 6ª edição do Feirão de Veículos realizado pelo Sistema Cooperativo de Crédito, Sicredi Sul MT. Nesta edição cooperados e não cooperados podem adquirir veículos com a menor taxa do mercado, a partir de 0,69 %, e entradas também a partir de 10% do valor total do automóvel.

Além de Rondonópolis, na quinta (7) e sexta-feira (8), o 6º Feirão também aconteceu nas agências de   São José do Povo, Pedra Preta, Alto Garças, Alto Araguaia, Alto Taquari, Itiquira e o Distrito de Ouro Branco do Sul.

Rondonópolis

Em Rondonópolis, além das taxas e condições especiais, também acontece, até este sábado (9), a feira de exposição de veículos. O evento de negócios ocorre na Agência da Fernando Corrêa em parceria com oito concessionárias da cidade e uma de Cuiabá.

O Feirão começou na última quinta-feira (7) e somente na agência da Fernando Corrêa, onde acontece a exposição, cerca de 500 pessoas foram atendidas até a tarde desta sexta-feira.

O pecuarista Eduardo Ishida foi uma das pessoas atendidas e saiu feliz com o novo veículo Nissan Frontier Attack.

“A gente sempre fica feliz com um veículo novo. Desta vez eu fiz uma troca, deixei um veículo da Chevrolet e comprei uma caminhonete da Nissan e eu estou muito contente com ela. Eu sou cliente do Sicredi e a oferta de juros e taxas favoreceram na compra do veículo”, explicou Eduardo.

Para o coordenador da equipe de atendimento do Feirão em Rondonópolis, Edson Carlos Alves, o evento está consolidado na região como uma excelente oportunidade de negócios.

“A sexta edição do Feirão de Veículos está sendo um sucesso total. A comunidade de Rondonópolis e região já aguar ansiosamente o Feirão do Sicredi para comprar seu carro zero. Então a comunidade já vê este feirão como uma excelente oportunidade  e isso é o que a gente proporciona neste local, oportunidade e realização de sonhos .

O gerente de uma das concessionárias que participa da exposição em Rondonópolis pela sexta vez, Elder Dronboski, disse que a iniciativa da cooperativa tem movimentado o mercado e que as expectativas de vendas são as melhores.

“O feirão movimenta o mercado. Todos os anos nós temos duas edições deste feirão. A Jeep participa desde o primeiro. E este ano a taxa de 0,69 tem proporcionado um movimento intenso e a expectativa é de muitas vendas”, afirmou o gerente.

Encerramento

O 6º Feirão de Veículos em Rondonópolis começou na última quinta-feira (7) e encerra neste sábado (9). No sábado, o atendimento na agência da Fernando Corrêa será das 8 até as 17 horas.

Serviços

Agencia da Vila Aurora

Endereço: R. Fernando Corrêa da Costa, Nº 1.100, Rondonópolis-MT.

Telefone: (66) 3439-5300

 

FONTE: Redação MinutoMT / Jeová Rodrigues 

 

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Pesquisadores alertam para perdas de até 100% das plumas de algodão por ataque de Aphelenchoides

Nematoide que acomete a parte aérea da planta, ainda com poucos resultados de estudos, também é o vilão causador da Síndrome da haste verde e retenção foliar na soja, e apresenta maior perigo com incidência elevada de chuvas

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Estragos do fitonematoide em lavouras de algodão podem causar perdas, em alguns casos ,de 80% a 100% dos frutos, ou seja, das plumas.

Não é só o produtor de soja que deve se preocupar com o ataque de Aphelenchoides besseyi, nematoide que se alimenta de fungos presentes no solo e restos culturais e que parasita a parte aérea da planta. Na soja, causa a Síndrome da haste verde e retenção foliar (“Soja Louca II”), que leva a mais de 60% de abortamento das inflorescênciasMas ele não fica restrito à oleaginosa, os pesquisadores – a nematologista Rosangela Silva, da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso, Fundação MT, e Santino Aleandro, da Agronema, consultoria nematológica, têm visto a campo grandes estragos do fitonematoide em lavouras de algodão, com perda em alguns casos de 80% a 100% dos frutos, ou seja, das plumas.

Um fator muito importante para quantificar o nível de infestação e multiplicação desse nematoide é o regime de chuvas. Se desde o início do plantio da cultura houve muita precipitação e com constância até o florescimento, segundo Santino, observam-se situações em que as perdas vão de 80 até 100% da produção de frutos. “O produtor não vai colher nada nessa área que foi atacada. É uma preocupação que se deve ter com a soja, mas também com o algodão”, destaca. Um dos agravantes apontados por ele são as regiões sob pivô, pois ainda que a chuva cesse é possível criar condições favoráveis “por conta da umidade oferecida pela irrigação”.

Situação em Mato Grosso

Referência em produção de algodão, Mato Grosso plantou na safra 2021/22, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), uma área de cerca de 1,18 milhão de hectares. No Estado, o início da semeadura acontece de dezembro a fevereiro e a colheita a partir de junho, momento que possivelmente as lavouras implantadas mais cedo já estão sendo colhidas. “É a partir daí que o produtor vai verificar as perdas, visualizando até a presença de plantas que continuam vegetando quando deveriam começar a senescência. Ainda que ele possa utilizar o dessecante químico, essas plantas podem continuar vegetando”, pontua o pesquisador da Agronema.

Santino Aleandro, da Agronema, consultoria nematológica

Esse ano, os meses de janeiro, fevereiro e março foram chuvosos, mas dentro da média prevista, com o acumulado mensal na casa de 200 milímetros. No entanto, em abril, a quantidade de chuva caiu significativamente, ficando abaixo de 80 milímetros. “Essa redução influencia na presença dos sintomas de Aphelenchoides porque deixa de oferecer condição ideal para o desenvolvimento do patógeno”, conta Santino. Ainda assim, não se pode descuidar, já que ano após ano, de acordo com as condições climáticas, há maior ou menor incidência do problema.

Identificação recente

A Síndrome da haste verde da soja é relativamente nova. Seu agente causal foi identificado há quase uma década e, somente em 2017, a presença da doença foi observada no algodão, especificamente no município de Sapezal-MT. “Já sabemos que em áreas onde há o patógeno sem o manejo de plantas daninhas, o problema tende a ser mais agravado porque boa parte delas, principalmente as leguminosas e dicotiledôneas, multiplicam mais esse nematoide, permitindo que esteja não só presente no campo, mas em maior quantidade”, explica Rosangela.

Santino diz que o plantio direto traz uma série de melhorias para o solo e produção, mas, por outro lado, também oferece condições de manutenção desse fitonematoide, por causa da umidade e da palhada, que permitem a multiplicação de fungos. Estes, por sua vez, alimentam Aphelenchoides besseyi na entressafra. A introdução desse nematoide nas áreas em que ainda não há a sua presença também pode acontecer por meio do plantio de sementes forrageiras, especialmente a braquiária, “que não foi devidamente processada, que tenha restos de torrões e sem tratamento nematicida”.

A recomendação de ambos os pesquisadores é evitar, sempre que possível, a sequência de plantio de algodão em áreas que estavam com soja com histórico da Síndrome da haste verde. Também orientam para que, em plantações com grande infestação, adote-se o revolvimento do solo. A prática, mesmo ainda sem dados técnicos científicos de comprovação, é observada com bons resultados aliados à utilização de nematicidas em tratamento de sementes e/ou aplicação de algum produto foliar.

“Estamos em um momento inicial das pesquisas. Há vários testes com produtos químicos e biológicos sendo conduzidos. Ainda não temos uma posição técnica que ofereça um manejo com a certeza de um nível de controle satisfatório. A Fundação MT está com experimentos em andamento e esperamos em breve ter resultados. Por isso, fica o alerta para a máxima atenção às lavouras, seja de soja ou algodão”, completa a pesquisadora Rosangela.

Fundação MT: Criada em 1993, a instituição tem um importante papel no desenvolvimento da agricultura, servindo de suporte à classe agrícola na missão de dar vida aos resultados através do desenvolvimento de tecnologias aplicadas à agricultura. A sede está situada em Rondonópolis-MT, contando com três laboratórios e casas de vegetação, um centro de pesquisa local e outros seis Centros de Pesquisa Avançada (CAD) distribuídos pelo Estado nas cidades de Sorriso, Nova Mutum, Sapezal, Itiquira, Primavera do Leste e Serra da Petrovina. Saiba mais em www.fundacaomt.com.br.

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