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Mato Grosso terá sistemas com Padrões Europeus para a produção de madeira nativa

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Um estudo vai comparar o Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora) de Mato Grosso com os padrões internacionais de sustentabilidade de madeira nativa reconhecidos pelo mercado europeu.

A proposta é analisar todos os aspectos dos protocolos de controles mato-grossense e europeu identificando semelhanças e diferenças, com avaliação crítica da eficiência de ambos e, ao final, recomendar os ajustes necessários para que o Sisflora atenda aos requisitos internacionais.

O objetivo é criar um selo de sustentabilidade que atenda a legislação brasileira e o protocolo Europeu, conferindo garantias para a comercialização internacional de madeira nativa.

Esse trabalho é a primeira etapa de uma parceria firmada este ano entre o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem) e a Iniciativa para o Desenvolvimento Sustentável (IDH), que estabeleceu um memorando de entendimento com ações para promover e valorizar o setor de base florestal de Mato Grosso.

Com a parceria, serão desenvolvidas atividades para melhorar, continuamente, a cadeia de valor do setor florestal no estado.

Além dessa atividade, estão previstas ações de suporte técnico e financeiro para criar um Sistema de Registro de Gestão Florestal Digital, realização de intercâmbios, visitas técnicas e eventos, além do desenvolvimento de estratégias de comunicação para melhorar a imagem do setor base florestal e o acesso a novos mercados, tanto no Brasil quanto no exterior.

As ações estão em consonância com a Estratégia Estadual Produzir, Conservar e Incluir (PCI), uma coalizão territorial de longo prazo para mitigar as questões relacionadas ao uso do solo e recursos naturais.

Um dos objetivos da PCI é estabelecer mecanismos de transparência e governança para atrair investimentos que promovam o desenvolvimento sustentável do estado.

Atualmente, Mato Grosso possui 3,7 milhões de hectares de florestas nativas privadas conservadas por meio de Manejo Florestal Sustentável, com expectativa de chegar a seis milhões de hectares até 2030.

Sobre o estudo – Para realização do estudo, a IDH abriu um edital para contratação de um consultor, que pode ser conferido aqui.

 

Fonte: Da Redação MinutoMT

 

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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