CUIABÁ

SAFRA 2022/2023

MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Suinocultores doam 1 tonelada de carne em protesto contra preço em MT

De acordo com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso, os produtores alegam ter prejuízos de R$ 300 por cabeça vendida.

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Diversas entidades filantrópicas da cidade de Sorriso foram beneficiadas em protesto solidário dos produtores. FOTO - Alexandre Perassoli/TVCA)

Os produtores de suínos doaram 1 tonelada de carne, nesta terça-feira (29), em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, em protesto por prejuízo que eles estão tendo com a venda da proteína no estado.

De acordo com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), os produtores alegam ter prejuízos de R$ 300 por cabeça vendida.

Com isso, os suinocultores decidiram doar 1 tonelada de carne entre paletas e bistecas para sete entidades do município. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) recebeu 300 kg doados pelos produtores.

Outra entidade que recebeu doações foi a Casa de Apoio Santa Maria. Cinco outras instituições também serão beneficiadas como a Mãezinha do Céu, Casa do Oleiro, Centro de Acolhimento Porto Seguro e Lar São Francisco de Assis.

De acordo com os criadores, o alto preço do milho, do farelo de soja e o baixo preço pago ao produtor pelo quilo do animal são os principais motivos que estão levando ao prejuízo.

O milho e o farelo se soja correspondem a mais de 80% do volume da ração fornecida aos animais. Segundo a Acrismat, o produtor está recebendo, em média, R$ 4,40 por quilo do animal e, para produzir a mesma quantidade da proteína, o custo médio é de R$ 6,90.

Combinação do alto custo de produção com o valor baixo da venda da carne inviabilizou o negócio. FOTO – Alexandre Perassoli/TVCA)

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