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Prêmio da Fundação André e Lucia Maggi reconhece iniciativas de desenvolvimento sustentável

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Criada em 2016, a chamada de projetos tem como objetivo selecionar, reconhecer e premiar iniciativas que visam o desenvolvimento sustentável dos municípios onde a Amaggi atua. “Nós sabemos que normalmente várias instituições têm dificuldade de alcançar uma visibilidade do seu trabalho ou até mesmo ter uma maturação interna do ponto de vista da gestão para desenvolver um projeto. Então o prêmio tem esse caráter incentivador para que as organizações possam melhorar suas práticas”, explica Lorraine Souza, coordenadora de projetos da Fundação.

Até 29 de agosto, estão abertas as inscrições para a terceira edição do prêmio da Fundação André e Lucia Maggi (FALM), que gerencia o investimento social privado (ISP) da Amaggi.

Podem participar da seleção organizações da sociedade civil (OSCs), fundações públicas, associações, institutos, cooperativas, organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs), empreendedores sociais e conselhos escolares, desde que possam comprovar o desenvolvimento de um projeto ou ação que promove a transformação social e contribui para o desenvolvimento local e sustentável dos territórios onde a Amaggi atua.

Os estados participantes são: Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. A lista completa dos locais está disponível no site do Prêmio. “Dentro do nosso objetivo está o desenvolvimento local e humano. Nós entendemos que as organizações sociais têm um papel muito importante. Reconhecer o trabalho delas faz com que essa rede se fortaleça. O Prêmio é estratégico, pois possibilita que as instituições presentes nos municípios que a Amaggi atua possam concorrer a essa premiação e também ter a possibilidade de melhorar sua prática”, ressalta Lorraine.

As iniciativas podem ser desenvolvidas em diversas áreas como agricultura, ambiente, cultura, desenvolvimento local, educação, habitação, inclusão, saúde, entre outras. “A chamada é bem aberta. Se a organização tiver uma causa que realmente tenha um impacto positivo comprovado a partir de um bom trabalho, ela pode participar.”

Para exemplificar, a coordenadora de projetos cita a Associação de Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARN), reconhecida na edição do ano passado. “As participantes se reúnem para fortalecer a geração de renda de mulheres indígenas com o artesanato e também para tratar de questões de violência contra a mulher indígena e violência doméstica.”

Categorias e premiação
Os projetos inscritos deverão encaixar-se em uma das três categorias do Prêmio. A primeira, “Boas Práticas de Gestão”, é destinada a instituições com maturidade na gestão organizacional. Já em “Melhores Impactos” poderão se inscrever instituições cujos projetos tenham alcançado resultados significativos no território e na causa com a qual atuam. A terceira categoria, “Empreendedor Social”, foi criada para reconhecer e premiar pessoas que desenvolveram uma ação, programa ou projeto de impacto social positivo, desde que vinculadas a uma organização.

A avaliação dos inscritos será feita em várias etapas. Uma comissão julgadora formada por colaboradores voluntários da Amaggi fará a análise das fichas de inscrição. Os finalistas receberão uma visita técnica, que resultará em duas notas: a do observador técnico e a do representante local da Amaggi.

“Em Boas Práticas de Gestão, por exemplo, levamos em consideração se há uma identidade organizacional estabelecida, uma forma de análise estratégica da organização e se há aplicação de controles financeiros claros. Já em Melhores Impactos, é analisado como a organização mede esses impactos, se consegue ter clareza dos indicadores qualitativos e quantitativos para essa medição e se há sinergia entre resultado e a causa da organização. Por fim, em Empreendedor Social, é avaliada principalmente a capacidade de mobilizar e criar alternativas para selecionar os empreendedores mais criativos, com uma capacidade de mobilização alta”, explica Lorraine.

Por fim, essa lista de projetos selecionados será disponibilizada para votação do público e também dos colaboradores. A média desses votos, que têm seus respectivos pesos, resultará em uma lista de três projetos vencedores por categoria, novidade da terceira edição do prêmio. Ao todo, serão nove vencedores. Em cada categoria, o primeiro colocado receberá R$ 40 mil; o segundo, R$ 20 mil e o terceiro, R$ 10 mil.

Além do recurso financeiro, as organizações também receberão uma imersão presencial, além de acompanhamento virtual durante um ano. “O objetivo da mentoria é dar suporte para que as organizações possam aplicar o recurso e desenvolver seus projetos. Os representantes da organização se encontrarão com um facilitador em um ambiente virtual para tratar dos pontos de melhoria.”

Como participar
As inscrições podem ser feitas até 29 de agosto e cada categoria tem o seu próprio link de inscrição (Boas Práticas de Gestão, Melhores Impactos e Empreendedor Social). Vale ressaltar que outra novidade da edição 2018 é a parceria técnica com o site Prosas. Os inscritos podem inserir informações na ficha, salvar e continuar o processo posteriormente.

Eventuais dúvidas devem ser esclarecidas pelos telefones (65) 3645-5363 ou 3645-4281, encaminhadas para o e-mail [email protected] ou consultadas na aba “FAQ” do site do Prêmio

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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