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Reeducandos cultiva hortaliças para abastecer ao Banco de Alimentos de Dourados MS

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Reeducando do Estabelecimento Penal Masculino de Regime Semiaberto de Dourados (MS), realiza trabalhos prisional para o cultivo de hortaliças direcionadas ao Banco de Alimentos do município. Na última quarta-feira (19) 200 caixas de verduras colhidas na horta. Ao todo, foram doados 1500 pés de alface e 1200 maços de couve.

A iniciativa, que contribui para levar alimentação saudável a quem mais precisa, integra uma parceria entre a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e a Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar.

Além da ressocialização dos reeducandos, a parceria com a Agepen é uma ferramenta social muito forte no município. “É uma parcela de contribuição para a sociedade.

O atendimento chega a 2,2 mil famílias e é a contribuição na ponta mais frágil, com alimentação para pessoas que realmente precisam”, enfatizou o diretor do Banco de Alimentos, Dalton Santos.

Para a diretora do Cras do Jóquei Clube, Margarete Maciel – uma instituições beneficiadas com as doações da horta do presídio – o impacto é muito positivo. “São 100 famílias atendidas, entre os grupos de convivência de idosos e mulheres”, detalha, reforçando que o Cras atende pelo menos 5 mil pessoas, em uma das regiões mais carentes da cidade.

Segundo a diretora, muitas vezes a alimentação distribuída pelo Banco é a única que algumas famílias têm. “É muito importante porque compõe a alimentação e, junto com outros projetos, traz um amparo para a comunidade local. Eles aguardam ansiosos”, agradeceu.

Representando a direção da Agepen no evento, o chefe de Gabinete da instituição, Valdimir Ayala Castro, destacou a importância do programa em contribuir com a sociedade.

“É o Estado, município e sociedade civil trabalhando juntos para melhorar a vida de pessoas nas duas pontas do processo”, frizou, reforçando as várias realizações do sistema prisional de Mato Grosso do Sul com utilização da mão de obra carcerária em ações de cunho social.

A entrega integrou também o evento “Banco de Alimentos em Ação”, que buscou demonstrar às autoridades e à sociedade em geral toda a dinâmica de distribuição e o processo de movimentação promovido no setor produtivo local.

 

Fonte: MinutoMT com Assessoria 

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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