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TECNOLOGIA: Embalagem é capaz de absorver resíduos de agrotóxicos

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As embalagens geralmente são encaradas como problema ecológico, mas pesquisadores da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais, conseguiram desenvolver tecnologia que pode ajudar a descontaminar vegetais.

Na verdade, trata-se de um revestimento de espuma à base de poliuretano capaz de absorver resíduos agrotóxicos dos alimentos e da água.

O poliuretano é um tipo de plástico usado em esponjas e isolantes térmicos ou acústicos, por exemplo.

A versão com propriedade descontaminante foi desenvolvida a partir de resíduos da indústria petroquímica e componentes naturais, como óleo de mamona.

O produto interage apenas com o pesticida, sem interferir nos nutrientes das frutas e verduras.

Segundo o estudo, com a imersão da espuma em meio aquoso foi possível extrair contaminantes e ainda recuperar o material para nova utilização.

Foram testados alguns grupos de agrotóxico usados com mais frequência.

ENTREVISTA

Quem conta o resultado é o professor do Laboratório de Engenharia de Polímeros da UFMG Rodrigo Orétice.

“A gente não testou todos porque na verdade são muitos. Nós testamos então três, que representariam grandes grupos e aí esses três deram resultados positivos”.

A intenção dos pesquisadores é de que a espuma faça parte de embalagens usadas em supermercados.

“A gente está falando de um material, do ponto de vista de segurança de disponibilização para o setor produtivo, já bastante encaminhado. A gente teria então uma embalagem, conteria essa espuma pra armazenar alimentos, no transporte, até no supermercado, onde a gente em alguns momentos tem que utilizar algum tipo de embalagem para selecionar as frutas, legumes etc.”.

Outra possibilidade é o desenvolvimento de um tipo de filme plástico capaz de detectar e absorver restos de contaminantes ao ser utilizado para envolver uma fruta, por exemplo.

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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