CUIABÁ

BRASIL & MUNDO

Após vídeo de vereadores viralizar, rifa de escola de SC vende mais de 15 mil bilhetes

Publicados

BRASIL & MUNDO

Após a leitura dos prêmios de um rifa escolar da cidade de Nova Veneza, em Santa Catarina, provocar gargalhadas entre os vereadores durante uma sessão da câmara municipal, a escola Bairro Bortolotto informou nesta quinta-feira (2) que já vendeu mais de 15 mil bilhetes para o sorteio.

A venda inesperada dos números para a rifa aconteceu após o vídeo que mostra os vereadores rindo durante a leitura dos prêmios viralizar nas redes sociais. Durante a sessão desta terça-feira (31), a vereadora Elisabete Bortolotto (PP), primeira-secretária da mesa, pediu licença aos demais parlamentares para divulgar o sorteio e leu os prêmios para os 15 primeiros lugares.

Entre os prêmios listados na rifa “A Fazendinha” estão porcos, pato, uma tilápia de 2 quilos, salame e até uma galinha-choca com pintinhos. Todos os produtos são fruto de doações de pais de alunos e amigos da escola que produzem os itens.

Para atender a alta demanda, a escola montou uma força-tarefa. Funcionários da escola têm recebido contatos de diversas cidades do Brasil, e pessoas de países como Alemanha, Austrália, França e Portugal também compraram números da rifa.

“Nós imaginávamos que venderíamos apenas em Nova Veneza e no máximo chegaríamos a cinco mil bilhetes. Mas com a repercussão que teve, que superou muito as nossas expectativas, tivemos contato com pessoas de diversas partes do mundo”, disse a diretora da escola, Jussara Sávio.

O sorteio será feito durante uma live no dia 20 de setembro. A diretora informou que as vendas continuarão até o dia 19 por meio das redes sociais da prefeitura de Nova Veneza e da instituição.

Segundo a escola, o valor arrecadado será convertido para os professores e alunos do local. A cidade de Nova Veneza fica a cerca de 200 quilômetros de Florianópolis e tem pouco mais de 13 mil habitantes.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

BRASIL & MUNDO

Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

Publicados

em

Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA