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Aulas presenciais serão retomadas em escolas estaduais de 36 cidades do RJ

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Em agenda pública nesta quarta-feira (11), o governador Claudio Castro disse à imprensa que as aulas presenciais nas escolas estaduais, que estavam suspensas em 36 municípios do Rio de Janeiro, serão retomadas.

Até a próxima sexta-feira (13), ele fará mudança no decreto. “Nós manteremos as escolas abertas, estamos acertando o decreto agora. Comigo aqui, agora, a escola será a última coisa a fechar. Não tem por que estar falando em ter jogo de futebol e outras coisas e a escola continuar fechada”, informou Castro.

Segundo o governador, para os alunos que não se sentirem confortáveis de voltar às aulas presenciais, haverá a opção do ensino híbrido. “Então, eu já pedi ao secretário de educação que também oferte o modelo a distância para que o aluno que não se sinta confortável, mas a orientação clara é a escola aberta.”

O sindicato dos profissionais de educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ) informou à CNN que vê com preocupação esse retorno das aulas presenciais. “Os profissionais de educação repudiam a atitude de Castro que, mais uma vez, se alia àqueles que não têm compromisso com a vida humana e com o combate à uma pandemia que já vitimou dezenas de milhares de cidadãos fluminenses”, informaram em nota.

No dia 9 de agosto, o governo do estado suspendeu as aulas presenciais em escolas de 24 municípios, incluindo a capital, por entrarem na bandeira vermelha, que indica alta taxa de transmissão da Covid-19. Outros 12 municípios já estavam com as aulas presenciais suspensas anteriormente, por conta do crescimento do número de casos da doença.

Segundo a secretaria de educação, neste período, as unidades escolares continuaram funcionando com atividades administrativas, como a retirada de material escolar e do kit alimentação. A prefeitura do Rio manteve as aulas presenciais nas escolas do município.

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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