CUIABÁ

BRASIL & MUNDO

Com saldo de 316.580 vagas formais em julho, país tem 2° melhor mês do ano

Publicados

BRASIL & MUNDO

O mercado de trabalho formal registrou saldo de 316.580 vagas criadas em julho. O número fica acima dos 304.749 criados no mês anterior. No ano, o saldo acumulado é de 1,848 milhão de vagas.

O número é 3,8% maior que as mais de 304 mil vagas abertas em junho. Também é o segundo melhor resultado do ano, só perde para fevereiro, quando o país gerou mais de 397 mil novos postos de trabalho.

O saldo para julho é resultado de 1.656.182 admissões e 1.339.602 desligamentos. Em julho de 2021 o Brasil alcançou 41.211272 de pessoas com emprego formal.

Pela primeira vez com Onix Lorenzoni como ministro do novo ministério do Trabalho e Previdência, a pasta divulgou, nesta quinta-feira (26), os dados de julho do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Flourish logoA Flourish chart

Em coletiva, Onix, defendeu a postura do governo federal de “cuidar da saúde e economia ao mesmo tempo” durante a pandemia de Covid-19. Ele estima que o Brasil vai abrir 2,5 milhões de vagas de trabalho até o fim do ano, “o que dará a medida exata do trabalho do governo nesse período”.

Todos os estados brasileiros tiveram evolução no saldo positivo de empregos criados, com destaque para Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Ceará e Pará

“Os números do mês reiteram a recuperação firme da economia brasileira como um todo”, diz a pasta por meio de nota.

Salário

Enquanto o emprego avança, o salário cai. Em julho, a média de salário dos novos contratados foi de R$ 1.801,99. No mês passado, a média real de admissão foi de R$ 1.824,71.

Segundos os técnicos do Ministério do Trabalho e Previdência, é comum que o movimento aconteça quando há criação de vagas, pois os postos criados geralmente são para vagas que remuneram menos.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

BRASIL & MUNDO

Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

Publicados

em

Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA