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Hackers atacam site da Anvisa e tiram do ar formulário para entrada no Brasil

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O site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi alvo de um ataque hacker nesta quarta-feira (8) que tirou do ar temporariamente o formulário de Declaração de Saúde do Viajante (DSV) necessário para entrada no Brasil. O serviço foi posteriormente restabelecido, informou o órgão.

“Esclarecemos que o ataque foi do tipo defacement (modificação de estética da página web), não havendo, portanto, alteração de dados e impacto nos demais sistemas da Anvisa”, disse a Anvisa em nota.

“Assim que identificou o ataque, a área de segurança digital da Anvisa entrou em contato com os órgãos de segurança do governo federal para as ações cabíveis. O formulário ficou fora do ar entre 15h35 e 17h10. O serviço, no momento, está operando normalmente”, acrescentou.

O DSV é exigido para entrada no Brasil de viajantes vindos do exterior, junto de um teste negativo de Covid-19.

Argentinos usaram informação falsa em declaração

Na semana passada, quatro jogadores da seleção argentina de futebol ingressaram no Brasil com informações falsas em suas DSVs, uma vez que teriam de cumprir quarentena por terem estado no Reino Unido nos últimos 14 dias, de acordo com a agência sanitária.

O incidente levou a Anvisa a interromper partida entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias do Copa do Mundo, no domingo (4), cinco minutos após o início do jogo, que acabou sendo cancelado devido à confusão.

 

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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