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iPhone 13: pré-venda começa na próxima semana; veja os preços

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Uma mensagem do banco Itaú acabou revelando que a pré-venda da nova linha do iPhone 13 no Brasil começa na próxima sexta-feira (15). A Apple confirmou a data de início das vendas do smartphone.

“Os novos lançamentos do iPhone 13 e iPhone 13 Pro estão chegando no iPhone para Sempre. Prepare-se: Pré-venda dia 15/10”, diz a mensagem do banco divulgada pelo portal Canaltech.

São quatro modelos: iPhone 13, iPhone 13 Mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. Os preços variam de R$ 6.599,00 a R$ 15.499.

Enquanto a Apple não inicia as vendas, confira as informações dos modelos e valores aqui.

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Jovem de MT interrompe sonho no futebol para fugir da Ucrânia

Atleta conseguiu entrar na Polônia, onde aproveitou a carona de avião da Força Aérea Brasileira para voltar à Várzea Grande.

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Jovem Willian Peraçoli, de 19 anos, narrou dias de agonia no leste europeu

O várzea-grandense Willian Peraçoli, 19 anos, sempre teve o sonho de ser um jogador de futebol. Já passou por diversas peneiras e escolinhas do Brasil, e recentemente, estava aventurando no mundo, mais precisamente na Ucrânia.

O jovem acabou tendo o sonho interrompido por conta da guerra. Willian contou que estava lá a convite de um empresário brasileiro. “Ele me viu jogar aqui, gostou e me convidou para participar do time dele lá na Ucrânia, isso foi em 2021”.

Ao ser apresentado ao projeto, Willian não pensou em outra coisa e foi até o país europeu para concretizar o sonho de ser um jogador de futebol profissional. A família apoiou, já que não era a primeira vez que ele saía de casa para tentar realizar o sonho.

“Eu fiquei uns 4 meses na Ucrânia. Depois disso foram três meses fora, para amistosos. Fomos para a Hungria fazer amistoso, ficamos um tempo na Polônia também, e voltamos para a Ucrânia agora em janeiro”, relata.

“É uma cultura muito diferente. Lá é muito difícil ter carne vermelha. É mais frango, carne de porco, peixe. Fora o frio e a língua que era muito difícil. Eu não aprendi, só o básico como ‘bom dia, boa tarde’. Só para cumprimentar o pessoal”, conta.

“Quando a gente soube da guerra lá na Ucrânia, o pessoal lá não ficava preocupado, já que essa guerra há vários anos. Então, se eles que moram lá estão assim, a gente no começo também não se preocupava”, explica.

No dia que a guerra começou, em 24 de fevereiro, Willian disse que o instrutor do seu time havia preparado uma van para que ele e seus colegas pudessem ir até a Polônia para fugir. O trajeto foi bastante difícil e demorado. Um trecho, que demoraria apenas 1 hora até Medyka, demorou mais de 4 horas de viagem.

“Nós tivemos que andar um trecho à pé até a fronteira e esperamos mais de 30 horas lá para conseguirmos passar. Era muita gente querendo ir embora”,relata.

Já na Polônia, passado todo o tumulto, Willian ficou em um hotel por alguns dias e aproveitou a carona de um avião da Força Aérea Brasileira, que o trouxe de volta para os braços dos pais, em Várzea Grande.

“O sonho do futebol não vai acabar. Vou continuar me esforçando, fazendo os testes, mas dessa vez eu quero ficar aqui no Brasil, não tão longe da família e em um lugar mais seguro”, conta.

 

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