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Laudo do IML aponta que morte do ator Luiz Carlos de Araújo foi acidental

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Um laudo realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) apontou que a morte do ator Luiz Carlos de Araújo, que foi encontrado morto dentro de seu apartamento no Centro de São Paulo com um saco na cabeça, foi acidental.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública paulista (SSP-SP), amigos do ator estranharam o fato de ele não responder mensagens pelo celular por dias. Eles, então, foram até a casa do artista e, ao se aproximarem da porta do apartamento, sentiram um forte odor.

Os amigos do ator, então, chamaram a Polícia Militar e, após achegada da polícia, entraram no apartamento, onde encontraram o corpo de Luiz Carlos de Araújo, que estava com a cabeça dentro de um saco preto, no dia 11 de setembro.

Laudo aponta uso de álcool e cocaína

CNN ouviu investigadores da Polícia Civil de São Paulo e teve acesso a detalhes do laudo necroscópico.

De acordo com o laudo, “não foram observados sinais de constrição cervical externas ou internas, mesmo após dissecção cuidadosa do pescoço da vítima”.

Segundo a polícia, o ator teria usado o saco preto para uma prática conhecida como re-respiração, usada para aliviar a respiração rápida e descontrolada em situações de ansiedade.

A prática — que gera um aumento do teor de dióxido de carbono e diminuição do teor de oxigênio — pode ter como complicação a asfixia por confinamento, quando há a troca do ar respirável por ar irrespirável, de acordo com o laudo.

Ainda de acordo com o laudo do IML, a asfixia se associou ao consumo de antidepressivos, cocaína e álcool, o que fez com que o ator perdesse a consciência e morresse acidentalmente.

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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