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Netanyahu encara perda do cargo em votação parlamentar para novo governo

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, encara o fim de seu longo tempo no poder no domingo (13), quando o Parlamento do país vota para decidir se endossa um governo de diversos partidos que se uniram para retirá-lo do cargo.

“Está acontecendo!”, escreveu o opositor Yair Lapid, do partido de centro Yesh Atid, no Twitter nesta terça-feira (8) depois que o presidente do Parlamento anunciou a sessão especial de 13 de junho.

No momento, a coalizão de partidos de esquerda, centro, direita e árabes comanda uma maioria do Knesset de 120 membros, e tomaria posse no mesmo dia em que for aprovada. O nacionalista Naftali Bennett assumiria como premiê.

“O governo de união está a caminho, pelo bem dos cidadãos do Estado de Israel”, tuitou Lapid.

Como o tempo de Netanyahu está acabando, membros de sua sigla de direita Likud disseram que ele lutará até o fim para evitar tal aprovação, mas os esforços para persuadir membros da nova coalizão a desertarem não tiveram sucesso até agora.

Se relegado às fileiras da oposição, Netanyahu, de 71 anos, provavelmente insistirá na mensagem de que o novo governo será tolhido por seus integrantes de esquerda se medidas militares forem necessárias contra os inimigos de Israel, e prometeu derrubá-lo rapidamente.

Como é improvável que a coalizão ampla entre em acordo sobre grandes temas, como o conflito israelo-palestino e os assentamentos judeus na Cisjordânia ocupada, seus líderes dizem que se concentrarão sobretudo nas políticas econômica e social.

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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