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Parte aparece no vaso sanitário e audiência virtual é suspensa no RS

A sessão foi imediatamente suspensa devido ao improviso e depois retomada, de acordo com nota oficial do Tribunal de Justiça gaúcho

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Judiciário disse estudar o caso para que possa tomar "as medidas cabíveis"

Em uma reunião virtual da 21ª Câmara Cível do Rio Grande do Sul, no último dia 26 de maio, uma das partes de um dos julgamentos que seria discutido apareceu sentada seminua no vaso sanitário, em sua câmera de vídeo. A sessão foi imediatamente suspensa devido ao improviso e depois retomada, de acordo com nota oficial do Tribunal de Justiça gaúcho.

O acontecimento inusitado está sendo investigado e apurado para que o Judiciário possa tomar “as medidas cabíveis”. No entanto, ainda na nota de esclarecimento, o TJRS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) deixa explícito que a pessoa no banheiro não é “magistrado, procurador, advogado ou servidor do TJ”, não identificando que essa parte do julgamento fosse réu ou requerente.

“Trata-se de parte em processo cujo julgamento ainda não havia iniciado, mas que indevidamente se encontrava com a câmera aberta”, escreveram as autoridades.

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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