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PF apreende moedas antigas do século XIX encontradas por escavadores

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A Polícia Federal (PF) está nas ruas de Colares (PA), na manhã desta quarta-feira (23), para recuperar moedas antigas de do ouro e de bronze do século XIX encontradas por escavadores não autorizados.

A operação Cara & Coroa cumpre três mandados de busca e apreensão, expedidos pela nona Vara Federal Ambiental e Agrária da Justiça Federal do Pará.

As moedas foram apreendidas na casa dos alvos da operação. Essas moedas são caracterizadas como bens da União, datam da época do Brasil Império e são consideradas patrimônio histórico nacional, o que atrai o interesse da União e evoca atribuição da Polícia Federal.

De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional – IPHAN, o local onde foram coletados os artefatos foi demarcado como sítio arqueológico.

A prefeitura de Colares considerou as moedas como tesouro e acionou a PF para impedir que fossem comercializadas.

As centenas de moedas foram encontradas no último domingo (20) em um quintal.

Operação Cara & Coroa quer encontrar as moedas antigas

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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