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Princesa Mako do Japão abandonará status real para se casar com plebeu

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A princesa Mako do Japão e seu noivo Kei Komuro anunciaram nesta sexta-feira (1º) que se casarão no dia 26 de outubro, informou a emissora pública NHK.

A união tem causado polêmica no Japão e exige que ela desista de seu status real.

A neta de 29 anos do ex-imperador Akihito e o plebeu Komuro anunciaram seu noivado em 2017.

Princesa Mako e Komuro se conheceram enquanto frequentavam a International Christian University, em Tóquio, em 2012.

Antes de ser apresentado como noivo real, Komuro era mais conhecido como o “Príncipe do Mar”, após ter aparecido em uma campanha de turismo de praia para a cidade de Fujisawa, ao sul da capital.

O casal deve se mudar para Nova York após o casamento, onde Komuro trabalha como advogado.

A princesa irá supostamente renunciar a um pagamento de mais de US$ 1 milhão, que ela deveria receber para começar sua nova vida fora da realeza.

Segundo a lei imperial do Japão, apenas herdeiros do sexo masculino podem herdar o trono.

Se as outras princesas solteiras da família se casassem com plebeus, elas também perderiam seu status real, apesar da impossibilidade de assumir o trono.

A saída da princesa do Japão e a abdicação do status real pode deixar a família imperial sem membros suficientes para cumprir suas obrigações públicas.

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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