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Rio de Janeiro anuncia Réveillon com 13 palcos pela cidade e fogos

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A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou nesta sexta-feira (6) o edital para o Réveillon  de 2022. Serão dez palcos espalhados pela cidade e outros três em Copacabana, bairro que há anos promove uma das maiores festas de Ano Novo do mundo.

No Diário Oficial, foram publicados dois cadernos de encargos com as obrigações que as empresas interessadas devem cumprir para realizar os eventos. Uma das principais novidades deste ano é o retorno da queima de fogos no alto da Igreja da Penha, que possui 382 degraus até o acesso. O santuário fica na zona norte da capital.

As empresas selecionadas ficarão responsáveis pela criação, desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas do projeto. Em contrapartida, terão permissão de uso da marca na realização do evento.

A Riotur, empresa de turismo do município do Rio de Janeiro, informou que duas licitações ainda serão abertas para a contratação das empresas responsáveis pelas balsas e pela queima de fogos.
As comemorações estão condicionadas ao cenário epidemiológico da pandemia na cidade. O estado do Rio de Janeiro lidera o ranking de casos da variante Delta no país, com 203 e quatro mortes.

O Réveillon de 2021 foi cancelado por causa da pandemia de Covid-19. Em dezembro do ano passado, a prefeitura do Rio optou pela suspensão em respeito às vítimas da doença e atendendo aos protocolos sanitários que estavam vigentes naquele período.

Casos de Delta e hospitalizações de idosos

O Rio de Janeiro é o estado com o maior número de casos confirmados da variante Delta do coronavírus, originária da Índia: 101, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Esses números são obtidos a partir de amostras sequenciadas. No estado, esse sequenciamento fica a cargo da Rede Corona-Ômica RJ, do qual o Lacen faz parte.

Até esta quinta-feira (5), o estado do Rio de Janeiro contabilizou 59.659 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia. Desde 27 de julho, o estado registrou seis dias de aumento na média de mortes e apenas um de estabilidade. Já os leitos de terapia intensiva para Covid-19 estabilizaram em 56% de ocupação na rede estadual, segundo a secretaria estadual de saúde.

Após quatro meses de queda, o número de hospitalizações de idosos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG por Covid-19) vem aumentando no estado do Rio de Janeiro. É o que aponta um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ainda em fase de conclusão, divulgado nesta terça-feira (3).  A análise indica que, apesar do aumento, as faixas de 60 a 69 anos e 70 a 79 anos continuam em uma situação bem melhor do que a apresentada em picos anteriores. A maior preocupação continua sendo com a população acima de 80 anos.

Confira os locais da festa de Réveillon no Rio:

  • Copacabana
    Boulevard Olímpico
    Praça Guilherme da Silveira, em Bangu
    IAPI da Penha
    Praça Paulo da Portela, no Parque Madureira
    Praia do Flamengo
    Praia da Moreninha, em Paquetá
    Praia da Bica, na Ilha do Governador
    Praia da Capela, em Guaratiba
    Praia de Sepetiba
    Piscinão de Ramos
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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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