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Youtuber é presa acusada de pornografia infantil

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A youtuber Yoseline Hoffman, conhecida como YosStop, de 30 anos, foi presa na última terça-feira (29/6). Hoffman é alvo de uma investigação de pornografia infantil pela promotoria da Cidade do México.

As acusações contra ela e outras cinco pessoas foram feitas em 2018 por uma jovem, de 16 anos na época, que foi estuprada por cinco homens durante uma festa. O episódio foi gravado pelos suspeitos e mostra a jovem desmaiada enquanto os homens colocam uma garrafa de champanhe em sua vagina.

As imagens viralizaram e a youtuber fez um vídeo, intitulado “Geração Patética”, comentando a gravação em seu canal. Ela teceu críticas à vítima, divulgando seu nome e chamando-a de “puta”, e afirmou que guardou as imagens em seu celular. O vídeo da youtuber foi apagado do seu canal.

Em resposta às acusações, Hoffman afirmou ao jornal El Universal, do México, que “quem não deve não teme” e que não quis prejudicar uma jovem que foi vítima de estupro.

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Ex-ministro da educação é preso pela PF por esquemas com pastores no MEC

A Operação investiga o balcão de negócios montado por pastores, também preso, dentro da pasta comandada pelo ex-ministro.

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Além de Milton Ribeiro, são alvos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas

A Polícia Federal prendeu nesta quarta o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, alvo de investigações por corrupção na liberação de verbas do ministério a partir de um esquema de tráfico de influência envolvendo pastores evangélicos.

As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, após declínio de competência à primeira instância. A investigação corre sob sigilo. O mandado contra Ribeiro é de prisão preventiva.

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC. Santos e Moura também foi preso.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares diversas como proibição de contatos entre os investigados e envolvidos.

Batizada de “Acesso Pago”, a ação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados. Com base em documentos, depoimentos e Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União reunidos no inquérito policial, foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, diz a PF.

O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal.

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