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Thiago Silva defende uso de energia solar na agricultura familiar

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Com o objetivo de favorecer o trabalho das 100 mil famílias que vivem da agricultura familiar de Mato Grosso, o deputado estadual Thiago Silva (MDB) defende que o estado crie um programa de apoio ao uso de energias renováveis para atender o público da zona rural de Mato Grosso.

O que é Energia Renovável

Energia renovável é aquela oriunda de recursos naturais que são naturalmente reabastecidos, como sol, vento, chuva, marés e energia geotérmica. É importante notar que nem todo recurso natural é renovável, como o caso do petróleo e o carvão.

O parlamentar já fez a Indicação 691/2020, que fala da necessidade da criação de um programa de instalação de energia solar na zona rural do estado e também defende o incentivo e uso da energia eólica, ressaltando a importância do uso de energias limpas.

“As comunidades e assentamentos da zona rural do estado precisam de apoio para produção, assistência técnica e comercialização e acredito que com uso de energias limpas o custo para o pequeno produtor fica menor, aumentando assim sua lucratividade”, disse Thiago Silva.

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Saiba os detalhes do Projeto 337

Em primeiro lugar, o Projeto de Lei 337/2019, de autoria do deputado, dispõe sobre a Política Estadual de Incentivo ao Aproveitamento da Energia Solar em todo o estado. Por outro lado, são objetivos do projeto, estimular como forma de diminuir o consumo das diferentes fontes de energia, os investimentos e a implantação dos sistemas de energia solar ecologicamente corretos, englobando o desenvolvimento tecnológico em empreendimentos particulares e públicos.

De acordo com o parlamentar, os pequenos produtores de Mato Grosso têm reclamando da oscilação e baixa qualidade na transmissão de energia, principalmente nas regiões Araguaia, sudeste e noroeste, e a busca por utilizar energias limpas é uma importante alternativa para a produção da agricultura familiar.

Silva defende que haja uma interação entre governo federal (Incra) e governo do estado (Seaf e Empaer) para que esse apoio e atendimento sejam realizados nos 141 municípios de Mato Grosso, que possui mais de 740 assentamentos.

 

FONTE: Redação MinutoMT com informações da Assessoria

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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