CUIABÁ

CONFIRMADO PELA USP

Cidade de Mato Grosso volta a registrar tremor de terra

A região é nacionalmente conhecida pelos pesquisadores por ter registrado o maior tremor do Brasil, em 1950.

Publicados

COTIDIANO

Foi o segundo tremor de terra em Porto dos Gaúchos confirmado pela USP apenas em 2022.

O município de Porto dos Gaúchos (250 quilômetros de Sinop) voltou a registrar um abalo sísmico. Segundo o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), o tremor de terra teve 2,8 graus de magnitude na escala Richter.

Segundo a instituição, o fenômeno ocorreu no fim de semana e teve uma profundidade de zero quilômetro, o que “indica que se trata de um sismo raso (ocorrido possivelmente entre 0 e 10km), entretanto não há dados suficientes para estimar uma profundidade precisa”.

Conforme o Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), que integra a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), um tremor de até 3,5 graus de magnitude geralmente não é sentido pela população. Até o momento, não há confirmação de danos causados pelo abalo sísmico.

Foi o segundo tremor de terra em Porto dos Gaúchos confirmado pela USP apenas em 2022. Em abril, houve um abalo sísmico de 3,5 graus no município, sentido por muita gente, tanto na zona urbana como rural da cidade.

Já em outubro do ano passado, três estações do Observatório Sismológicos (Obsis) da Universidade Nacional de Brasília identificaram um tremor de terra natural com 2,3º MLv (escala Local) de magnitude em Porto dos Gaúchos. O evento também não foi percebido por moradores.

Leia Também:  Corpo de empresária que morreu no Peru chega quarta (17) a MT

A região é nacionalmente conhecida pelos pesquisadores por ter registrado o maior tremor do Brasil, em 1950, quando um abalo de magnitude de 6,9 graus ocorreu na Serra do Tombador, a cerca de 100 quilômetros da cidade. Apesar de ter sido considerado de forte impacto, o tremor não causou danos.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

COTIDIANO

Vítima de bullying, aluno promete ir à escola com arma e é expulso

Diversos alunos faltaram às aulas após o estudante amedrontar os colegas. As intimidações teriam sido feitas em um grupo de WhatsApp

Publicados

em

Em nota, o Colégio Máxi informou que acompanhava o caso com cuidado e que o aluno foi expulso da instituição.

Por conta dos boatos, diversos alunos faltaram às aulas. Em nota, o Colégio Máxi informou que acompanhava o caso com cuidado e que o aluno foi expulso da instituição. Além disso, também informou que tratou do assunto junto com os pais do menor.

Confira a nota completa:

“O Colégio Maxi informa que o estudante não é mais aluno da instituição. A escola vinha acompanhando com cuidado o caso, com especial atenção ao aluno e seus colegas de turma. Como de praxe, tratou da situação junto aos pais com o objetivo de dar o melhor encaminhamento.

A instituição de ensino reitera que tem como princípios e valores o desenvolvimento integral e a formação cidadã, pautados no respeito mútuo, justiça e solidariedade, sempre priorizando o bom diálogo com seus alunos e comunidade escolar. A “convivência ética” e a sociabilidade são temas trabalhados com os jovens por meio do programa Rumo Certo, que preconiza o desenvolvimento socioemocional como elemento transformador na educação”.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Corpo de empresária que morreu no Peru chega quarta (17) a MT
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA