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“Vakinha” para tratamento de Lucas Perrone já arrecadou mais de R$ 55 mil

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Um grupo de profissionais da comunicação de Rondonópolis (216 km de Cuiabá) organizou uma campanha de financiamento virtual para arcar com os custos da transferência do jornalista Lucas Perrone e a mãe, Lassimi Franco Perrone, para um hospital de São Paulo. Os dois estão internados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Até o momento, a mobilização, que iniciou ainda pela manhã, já arrecadou mais de R$ 55 mil.

Na última sexta-feira (6), o pai do jornalista, o médico Mário Perrone, pioneira da cidade, morreu vítima do novo coronavírus, aos 77 anos de idade.. Mário havia apresentado os primeiros sintomas no dia 28 de julho. Inicialmente, ele teve sintomas de uma gripe leve, porém, rapidamente seu quadro se agravou. Lassimi e Lucas apresentaram sintomas leves e estavam se recuperando em casa até a última terça (3).

A mãe, contudo, teve uma piora súbita e preciso não só ser transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva – UTI de um hospital particular da cidade, como já preciso ser intubada. Já Lucas, desde a noite de ontem (6), também precisou ir à UTI, em virtude de uma piora, mas sem ser intubado. Segundo informações mais recentes, o profissional da imprensa está consciente, conta com apoio de ventilação mecânica para respirar, mas sem tubo.

Sobre a “vaquinha”, ela almeja arrecadar R$ 90 mil que seria o valor necessário para arcar com os custos do tratamento de Lucas e da mãe em um hospital de São Paulo. Com receio de que o quadro de Lassimi e do filho se agrave, o objetivo é que a família é que ambos possam se curar em algum dos hospitais referência para a Covid-19 na América Latina.

Para ajudar, as pessoas que tem interesse em colaborar com a campanha de arrecadação de Lucas, devem fazer a doação de qualquer quantia através da chave 2307472 no site vakinha.com.br, acessando o link da campanha através deste endereço.

Referência 
Ex-chefe do Gabinete de Comunicação Social da Administração Percival Muniz, em Rondonópolis, o jornalista, que também já passou pela assessoria parlamentar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, é uma das referências não só na cidade como em Mato Grosso.
Profundo conhecedor da história do desenvolvimento rondonopolitano e mato-grossense, tendo convivido com intimidade com as maiores lideranças políticas recentes do estado, Perrone é um colecionador de fatos maravilhosos dos bastidores do poder.
No acervo de sua privilegiada memória, moram coisas publicáveis e impublicáveis que faz qualquer um ouvi-lo atentamente sem se preocupar com a duração do enredo. Em 2018, o jornalista lançou a obra literária “Coisas que vi, vivi e ouvi”, um livro de crônicas onde conta parte do que presenciou com o jornalismo.
Para o futuro, Lucas pretende lançar um novo livro, desta vez para chacoalhar o mundo político com causos, muitos deles não conhecidos do grande público, e que foram fundamentais para embasar decisões que transformaram a história de Mato Grosso.

Formado na Universidade Metodista de São Paulo nos anos 90, onde tornou-se amigo e era vizinho de apartamento da atriz Marisa Orth, que mais à frente ficaria nacionalmente famosa, Lucas Perrone fez história em vários veículos de comunicação, com destaque local para o A Tribuna MT.

Atualmente, escreve para o Regional MT, site Primeira Hora e divide estúdio com Victor Santos, na 140 FM, de Rondonópolis. Consagrado na carreira, do ponto de vista pessoal Lucas é quase que uma unanimidade no meio jornalístico.
Reconhecido pela humildade que o fez construir uma carreira ímpar no estado, Perrone é surpreendentemente um sujeito quieto e até tímido para os “padrões” aguardados de um jornalista. Além da política, o profissional também é um amante do esporte.
Não são conhecidos inimigos do jornalista, respeitado profundamente até por políticos que já denunciou. Natural de Presidente Prudente – SP, Lucas, que acabou de completar 46 anos de idade, em junho, é pai de Théo Piato Perrone, garoto que herdou o amor pelo futebol e a incumbência de realizar o sonho que o genitor não deu conta: ser jogador de futebol.
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Emanuel dá prazo pra Wellington decidir a vida e se coloca como plano B

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), defendeu, nesta segunda-feira (21) que o grupo político que tem se formado no entorno de uma possível candidatura ao Governo do Estado, encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL), estabeleça um prazo para o congressista definir, de uma vez por todas, se será ou não candidato.

Para Pinheiro, que se coloca como “plano B” para assumir a chapa, em caso de uma recusa de Wellington, o ideal seria o senador bater o martelo até o próximo dia 15 de março. “Eu quero estabelecer isso [prazo]. Porque a minha prioridade é Cuiabá, mas eu estou pensando em conversar com ele e dar um prazo até dia 15″, disse.

O gestor reconhece que Fagundes é o nome ideal para o momento, mas pressiona que não dá para esperar pra sempre. “Ele é o consenso entre nós, ele agrega todas as forças e traz forças novas agora, como essa que ele trouxe com o presidente [Jair] Bolsonaro, que é muito forte em Mato Grosso”, falou o emedebista.

Emanuel disse que, sobre sua candidatura, já levou a hipótese até para sua família. “Estou pensando seriamente. Até conversei em casa. Não podemos… É um absurdo o que está acontecendo no estado hoje e não termos uma proposta alternativa de um novo modelo de gestão para o estado de Mato Grosso”, criticou.

Emanuel ainda disse que se não assumir a cabeça da chapa, outro possível nome a ser lançado pelo grupo é o do ex-deputado federal Nilson Leitão. Pinheiro aproveitou a oportunidade para criticar a atual gestão do governo de Mato Grosso. Segundo ele, a intenção é lançar um nome que rompa com a atual gestão.

“[Queremos um] modelo de gestão de um líder que lidere, que tenha prazer em liderar, que tenha respeito pela sociedade, que seja humilde, que dialogue com todos, que priorize e trate com respeito os servidores públicos, que converse com respeito com o comércio. Que olhe para o setor produtivo de forma diferente e não apenas como instrumento para se arrecadar, como um segmento importante para o desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda, que se compadeça com a injustiça social que existe em Mato Grosso”, afirmou.

Além de Emanuel, outra força política que tem grandes chances de compor em um projeto Wellington para o Palácio Paiaguás é a família Campos, de Jayme e Júlio, que nunca se deram e vêm aturando, há tempos, o atual governador Jayme Campos. Fagundes ainda teria um estreito relacionamento na campanha com Leitão, no norte, reforçaria ainda mais sua base no sul com José Medeiros (PODEMOS), que trabalha para concorrer ao Senado Federal pelo grupo, bem como teria a liderança de Jair Bolsonaro ao seu lado, em todo estado.

Wellington, contudo, segue sonhando em ser o candidato a senador dentro do grupo de Mendes, contrariando o próprio presidente, bem como Emanuel, Medeiros e praticamente todos que estão à sua volta, atualmente. O veterano, entretanto, crê que, freando Neri Geller (PP), nenhum outro projeto o ameaçaria em sua reeleição.

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