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APP comandado por motoristas atrai categoria e clientes em Rondonópolis

A U7, há pouco mais de um ano ativa em Rondonópolis, hoje é gerenciada por um casal de motoristas de aplicativo e tem se destacado

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ECONOMIA

Casal Wilde e Kennya atuam no setor há anos e têm buscado colocar seus "conhecimentos de causa" para entregar um serviço diferenciado na cidade e têm conseguido.

Enquanto que nas grandes cidades do Brasil e do mundo plataformas multinacionais comandam totalmente o mercado de transporte por aplicativo, uma empresa rondonopolitana resolveu se meter entre as tais “gigantes” e tem liderado, ao lado de uma delas, o mercado local.

A U7, há pouco mais de um ano ativa em Rondonópolis, hoje é gerenciada por um casal de motoristas de aplicativo e o conhecimento de causa tem sido entendido, inclusive, como o principal diferencial da empresa sobre as concorrentes.

Diferentemente de um contato meramente virtual que os motoristas parceiros precisam se submeter para solucionar alguma demanda ou buscar algum tipo de entendimento com as outras plataformas, com a U7 o relacionamento é personalizado e pessoal.

A empresa conta com uma sede na cidade (atualmente sendo transferida do Jardim Tropical) e mantém plantão para tirar dúvidas e amparar os trabalhadores.

Aos clientes, o serviço ofertado não permite variações de valor em meio a corrida, dando fim às chamadas “surpresinhas” na hora de pagar a viagem, muito comum em algumas concorrentes.

No Comando

O nome à frente da U7 é o de Kennya Renata Leando de Souza, de 44 anos, que iniciou sua história como motorista em Goiânia, capital do estado vizinho de Goiás.

Ela conta que se mudou com a família para Goiás, em 2019, e que o marido, Wilde do Nascimento Nunes Filho, também de 44 anos, já trabalhava como motorista de APP.

“O Wilde já está no ramo há cinco anos e eu entrei em Goiânia, inicialmente com um objetivo de juntarmos dinheiro para comprar um carro, e por mais de um ano atuando por lá, conseguimos nosso objetivo e muito mais. Me apaixonei pela profissão”, conta.

As raízes rondonopolitanas dos dois, contudo, falaram mais alto e o casal acabou retornando à cidade, onde se deparou com um aplicativo que iniciava suas atividades e que prometia suprir as lacunas deixadas por outros.

“A ideia de ter um aplicativo local, que ouvisse mais o motorista, que mantivesse o dinheiro circulando na cidade, e fortalecendo a economia local, realmente me atraiu”, lembra.

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Entrada no negócio

O casal veio de Goiânia e assumiu o comando da plataforma, em 2021.

Calhou que Kennya e Wilde receberam a proposta de se associar ao negócio e decidiram encarar o desafio. Alguns meses depois, os dois já assumiram totalmente a empresa e contam que se empolgam com a rápida aceitação da categoria e do usuário de transporte coletivo na cidade.

“A U7 é uma empresa amiga do motorista. Claro que visamos lucro, mas não sem entender a realidade. Diante dos custos hoje com combustíveis e manutenção veicular, simplesmente é impossível um trabalhador ter lucros satisfatórios com uma taxa de 30%. Nossa taxa é de 10% e se a corrida tiver valor inferior a R$ 13,50 cobramos apenas R$ 0,65 centavos do motorista”, comentou Wilde, que é um dos 1.500 motoristas cadastrados na plataforma.

Kennya ressalta que a aposta é em uma relação duradoura com os motoristas e que, portanto, o diálogo constante e o respeito são pilares do dia a dia. “Se chamamos o motorista de “parceiro”, de fato, ele precisa ser, na prática. Uma relação desnivelada vai com certeza acabar e a nossa com a categoria vem crescendo exatamente por esse respeito mútuo. Aposto na U7 crescendo muito mais nos próximos meses e anos, aliás, nosso plano é expandir para outras cidades do estado”, conta.

Agilidade 

A verdadeira revolução que os smartphones trouxeram também na locomoção urbana deixou a vida visivelmente mais ágil e para conseguir atrair novos clientes a U7 tem focado nisso. “A partir do momento que trazemos mais motoristas, com condições de ganhos melhores, oferecemos para quem solicita as corridas uma maior oferta de carros e consequentemente mais rapidez no retorno das chamadas. É o que a gente brinca: “tem um carro sempre muito mais perto que você imagina””, comenta.

Quanto as tabelas de valor das corridas, Kennya afirma que a empresa tem prezado por um modelo de negócio de ganhar menos e mais vezes. “É a mesma ideia que falei em relação ao motorista. Se queremos que a pessoa que chama a U7 faça isso mais vezes, temos que atender ela bem e de maneira justa, isso inclui sermos ágeis e com preço adequado. Temos atuado dentro da realidade do mercado”, garante, citando que a plataforma já caminha para fechar mais de 20 mil corridas já feitas na cidade.

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FeedBack positivo

Em conversa recente com um motorista de Rondonópolis, o MINUTO MT constatou que tudo o que diz Kennya tem sido sentido nas ruas pela turma do volante, responsável por levar o nome da empresa. “Quando eu vi a proposta, como líder do grupo, eu abracei a causa e passei a U7 a estes motoristas, ressaltando que é uma empresa que está aqui, próxima de nós, e ia escutar o que a gente dissesse, alinhada com nós. Os proprietários do Aplicativo (U7) são motoristas também e isso é fundamental, porque conseguem ter mais noção de toda nossa realidade”, disse Jefferson Farinelli, de 31 anos, motorista de aplicativo há cinco anos e administrador do grupo “Caveiras Roo”, que reúne profissionais do setor.

Desafio

Diretores da plataforma chamam rondonopolitanos que ainda não vieram para migrar para a U7

Para quem ainda não conhece o aplicativo, Kennya convida a fazer o download. “Não existe um sistema perfeito, em tecnologia a gente sempre precisa estar evoluindo para acompanhar as tendências e as necessidades de todos os envolvidos. Creio que nosso maior diferencial é exatamente o de estar sempre com os ouvidos e olhos muito atentos ao que ocorre e a tudo que nos reportam. Faço este convite aos motoristas que ainda não estão conosco e aos usuários de aplicativo na cidade para que baixem a U7 e eu tenho certeza que vamos entrar no coração de vocês”, finalizou a diretora da empresa.

O telefone plantonista da U7, onde é possível falar com a própria Kennya, é o 66 9229-2276

 

Para baixar o aplicativo em celulares Android acesse o link a seguir: (Passageiros) e (Motoristas)

Na versão IOS, a U7 atua com o nome SEU MOTORISTA, sendo possível o download aqui.

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ECONOMIA

Etanol se desvincula de gasolina e já é vendido abaixo de R$ 4,00 em MT

Diferença de mais de R$ 3,00 no litro, em relação à gasolina, é o primeiro efeito prático da política de venda direta de usinas a postos.

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Posto anuncia o etanol a R$ 3,99 na região do Goiabeiras, em Cuiabá. O combustível é encontrado a até R$ 3,85 na cidade.

No momento em que a gasolina experimenta altas seguidas, com o litro ultrapassando a casa dos R$ 7, o etanol faz o caminho inverso e já desceu a ladeira e está abaixo de R$ 4,00 em muitos postos do estado, sobretudo na capital.

Depois de seguidas baixas, o combustível – cuja cotação não segue a volatilidade do petróleo, uma vez que pode ser feito da cana ou milho – tem sido encontrado com mais de R$ 3,00 de diferença no litro, em relação a gasolina.

Há postos vendendo o combustível a R$ 3,85 o litro, em Cuiabá. É a primeira vez, em meses, que o consumidor sentirá, na prática, os efeitos da política de venda direta do etanol aos postos de combustíveis.

Até pouco tempo atrás, o etanol tinha que, obrigatoriamente, passar pelas centrais de distribuição controladas pela Petrobrás, o que fazia com que o combustível seguisse a tendência de altas da gasolina.

Uma Medida Provisória enviada pelo presidente, Jair Bolsonaro (PL), que já defendia a desvinculação como deputado, acabou aprovada no Congresso Nacional, em 2021, permitindo o fim do monopólio de comercialização da estatal.

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Desde que os carros flex começaram a ser fabricados, gasolina e etanol ganharam contornos de concorrentes diretos, com o adendo de que o segundo, além do atrativo de preço, tem o apelo de ser um combustível mais limpo e menos nocivo ao meio ambiente.

 

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