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Arrecadação do Governo de MT segue escalando e sobe R$ 2 BI em 2022

A receita cresceu 23,82% em relação ao primeiro quadrimestre de 2021, passando de R$ 8.654,44 bilhões para R$ 10.715,82 bilhões

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ECONOMIA

Números foram apresentados pelo secretário de Fazenda em audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso - ALMT. FOTO - André Romeu/Gcom-MT

A Secretaria de Fazenda apresentou, nesta semana, em audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, o Relatório de Cumprimento das Metas Fiscais do 1º Quadrimestre de 2022 e os números demonstraram que a receita do estado segue seu ritmo de escalada característico na atual gestão, de Mauro Mendes (UB).

Os dados sobre o comportamento da arrecadação e da despesa nos primeiros quatro meses deste ano e sobre a situação econômica de Mato Grosso foram apresentados pelo secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, e demonstraram que entrou no caixa de Mato Grosso acima de R$ 2 bilhões a mais que no mesmo período do ano passado.

Conforme os dados apresentados, a receita cresceu 23,82% em relação ao primeiro quadrimestre de 2021, passando de R$ 8.654,44 bilhões para R$ 10.715,82 bilhões. Já a receita própria, oriunda de arrecadação dos tributos estaduais como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), registrou um crescimento de 28,37%.

No primeiro quadrimestre de 2022 o IPVA teve um aumento de 78,08%, chegando a R$ 460,15 milhões frente aos R$ 258,40 milhões registrados em 2021. A variação se deve a mudança nas datas de pagamento do tributo que até 2021 foram prorrogadas como forma de amenizar os impactos decorrentes da pandemia da Covid-19.

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Em relação a despesa houve uma variação de 15,85%. Os gastos passaram de R$ 5.786,81 bilhões em 2021, para R$ 6.704,15 bilhões em 2022. Desse total, 72,95% foram para pagar pessoal e encargos sociais do conjunto dos Poderes, 15,01% para outras despesas correntes, os demais 10,74% foram para pagar juros e encargos da dívida, investimentos e inversões e amortização da dívida.

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ECONOMIA

Etanol se desvincula de gasolina e já é vendido abaixo de R$ 4,00 em MT

Diferença de mais de R$ 3,00 no litro, em relação à gasolina, é o primeiro efeito prático da política de venda direta de usinas a postos.

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Posto anuncia o etanol a R$ 3,99 na região do Goiabeiras, em Cuiabá. O combustível é encontrado a até R$ 3,85 na cidade.

No momento em que a gasolina experimenta altas seguidas, com o litro ultrapassando a casa dos R$ 7, o etanol faz o caminho inverso e já desceu a ladeira e está abaixo de R$ 4,00 em muitos postos do estado, sobretudo na capital.

Depois de seguidas baixas, o combustível – cuja cotação não segue a volatilidade do petróleo, uma vez que pode ser feito da cana ou milho – tem sido encontrado com mais de R$ 3,00 de diferença no litro, em relação a gasolina.

Há postos vendendo o combustível a R$ 3,85 o litro, em Cuiabá. É a primeira vez, em meses, que o consumidor sentirá, na prática, os efeitos da política de venda direta do etanol aos postos de combustíveis.

Até pouco tempo atrás, o etanol tinha que, obrigatoriamente, passar pelas centrais de distribuição controladas pela Petrobrás, o que fazia com que o combustível seguisse a tendência de altas da gasolina.

Uma Medida Provisória enviada pelo presidente, Jair Bolsonaro (PL), que já defendia a desvinculação como deputado, acabou aprovada no Congresso Nacional, em 2021, permitindo o fim do monopólio de comercialização da estatal.

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Desde que os carros flex começaram a ser fabricados, gasolina e etanol ganharam contornos de concorrentes diretos, com o adendo de que o segundo, além do atrativo de preço, tem o apelo de ser um combustível mais limpo e menos nocivo ao meio ambiente.

 

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