CUIABÁ

INICIALMENTE POR UMA SEMANA

China acha componente do coronavírus e congela compra de carne de MT

Segundo comunicado do órgão chinês, técnicos identificaram a presença de ácido nucleico do novo coronavírus em quatro lotes

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A medida afeta unidades de JBS, Marfrig e Naturafrig

A Administração Geral de Alfândegas da China suspendeu por uma semana as importações de carne bovina de quatro plantas brasileiras, localizadas em Mato Grosso e São Paulo.

A medida afeta unidades de JBS, Marfrig e Naturafrig. As informações são do site Valor Econômico e acendeu um sinal de alerta no setor, já que os estados lideram a produção nacional.

Segundo comunicado do órgão chinês enviado à embaixada brasileira em Pequim, os técnicos identificaram a presença de ácido nucleico do novo coronavírus na embalagem externa de quatro lotes de produtos congelados dessas empresas enviados para a China.

O comunicado sobre a suspensão foi feito na última sexta-feira e valerá a partir deste sábado (16). A decisão afeta o frigorífico da JBS em Barra do Garças (MT), as plantas da Marfrig em Várzea Grande (MT) e Promissão (SP) e o abatedouro da Naturafrig em Pirapozinho (SP).

Uma empresa argentina também foi suspensa por uma semana. A Administração também pediu que as autoridades brasileiras solicitem às empresas uma investigação sobre a causa do problema para que ele seja corrigido.

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O órgão chinês também requisitou que sejam seguidas as diretrizes de prevenção à covid-19 emitidas pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) “para evitar a contaminação do novo coronavírus e garantir a segurança dos produtos à base de carne exportados para a China”.

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Litro da gasolina cai mais de R$ 1,00 em MT em cinco dias

Após intervenções do Governo Federal no comando da Petrobrás, limitação do ICMS, e outras ações pontuais, o consumidor já sente a diferença

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Em menos de sete dias, o preço nas bombas saiu de mais de R$ 7,00 para abaixo de R$ 6,00 em Cuiabá

Depois da troca do comando da Petrobrás, aprovação de um projeto que limitou o ICMS (imposto estadual) em um máximo de 17% de incidência e outras ações pontuais do Governo Federal, a gasolina teve uma queda brusca de preço entre o fim da última semana e esta segunda-feira (4), em Mato Grosso.

A queda nos preços também foi puxada pela “concorrência” do etanol, que após outra ação federal ter desvinculado o repasse do combustível via distribuidora, pra ser vendido direto das usinas para os postos, passou a ter uma diferente de mais de R$ 3,00 o litro em relação a gasolina, na Grande Cuiabá, por exemplo, nos últimos dias.

Nos últimos cinco dias, o litro do combustível caiu mais de R$ 1 nas bombas, uma queda aproximada de 15%, variando de estabelecimento pra estabelecimento. Em linhas gerais, o consumidor que encontrava o combustível a mais de R$ 7,00, na última semana, já o encontra abaixo de R$ 6,00 na capital. Enquanto isso, o etanol segue um patamar atrativo abaixo de R$ 4,00, chegando a até R$ 3,85 o litro na maior cidade do estado.

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A expectativa, segundo interlocutores do Governo Federal e membros da bancada federal, ouvidos pelo MINUTO MT, é que os preços sofram novas reduções, nos próximos dias. “O Governo Bolsonaro tem colocado todos os setores do país em pratos limpos. A Petrobrás foi vendida lá atrás para acionistas, que controlavam sua política de preços, desde os governos do PT. Bolsonaro está tendo a coragem de agir contra estas ações anti-Brasil da pseudoestatal, expondo ainda a carga abusiva do ICMS e, com apoio do Congresso Nacional, desmontando esse monopólio como na venda direta do etanol. Este Governo Federal, com apoio dos deputados e senadores, está  desamarrando os nós e trazendo a população para o debate real, que interessa a todos”, explicou o deputado federal, José Medeiros (PL), vice-líder do Governo Bolsonaro.

 

 

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