CUIABÁ

CONCORRENTE DA UBER EM RONDONÓPOLIS

Motorista explica sucesso da U7: “atua dentro da realidade do mercado”

Os números da empresa impressionam pela rápida adesão de motoristas, gerando uma boa oferta de corrida e assim também atraindo passageiros

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ECONOMIA

Jefferson Farinelli, de 31 anos, motorista de aplicativo há cinco, enfatiza a empresa de Rondonópolis como "mais próxima" da categoria do que multinacionais

Com apenas um ano no mercado, completado no último mês de março, o aplicativo de transporte U7 tem conseguido fazer frente e até mesmo se destacar em relação a multinacionais como a UBER, 99 e InDriver dentro de Rondonópolis, maior cidade do interior.

Nos 12 meses de atuação, os números da empresa local impressionam pela rápida adesão de motoristas cadastrados, gerando uma boa oferta de corrida e assim também atraindo passageiros. Já são quase 1.500 profissionais do transporte vinculados à U7, responsáveis por mais de 19 mil corridas.

A média diária do APP mato-grossense é de mais de 700 chamadas e acaba sendo um “sintoma” local de uma tendência, que vem sendo observada por analistas do setor em várias partes do mundo e sobretudo no Brasil, de uma maior identificação dos profissionais do transporte com empresas que tenham mais compromisso regional.

A situação também se explica pelos ganhos conseguidos pelos motoristas. Enquanto que na 99 e UBER, por exemplo, de 25 a 30% do valor pago pelo passageiro fica com a empresa, a U7 definiu uma taxa fixa de apenas 10%, fidelizando quem trabalha no setor.

Atuação no mercado

O fato da taxa também ser fixa é um atrativo para os motoristas, que se acostumaram a viver com variações das multinacionais, que impedem que os trabalhadores tenham uma noção prévia exata do custo e do lucro. Em meio a promoções esporádicas que fazem para atrair clientes, segundo informações colhidas pelo MINUTO MT, o serviço praticamente se inviabiliza e foi em um destes momentos que a U7 surgiu e rapidamente caiu no gosto da categoria.

“Eu trabalho como motorista de aplicativo desde 2017, ou seja, há cinco anos. Em 2021, tanto a Uber como a 99 criaram categorias mais em conta para passageiros, a Poupa e a Promo, pagando para os motoristas o mínimo possível. A revolta foi tanto que criei um grupo “MOTORISTAS  CONTRA O POUPA” e em poucos instantes tinha 150 pessoas neste grupo, todo mundo inconformado. Algumas pessoas não muito instruídas se animavam com a oferta de chamadas, mas não se davam conta que não compensava. Era uma forma de escravidão. A realidade do mercado precisa ser respeitada e foi aí que a U7 surgiu”, lembrou Jefferson Farinelli, de 31 anos.

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Segundo o motorista, com a categoria inconformada e querendo outra via para aumentar os ganhos, em um momento em que a manutenção veicular e o combustível iniciavam um processo de plena subida, o aplicativo rondonopolitano abriu um canal de troca de informações com quem, efetivamente, faz o serviço acontecer.

“Quando eu vi a proposta, como líder do grupo, eu abracei a causa e passei a U7 a estes motoristas, ressaltando que é uma empresa que está aqui, próxima de nós, e ia escutar o que a gente dissesse, alinhada com nós. Os proprietários do Aplicativo (U7) são motoristas também e isso é fundamental, porque conseguem ter mais noção de toda nossa realidade”, evidencia Farinelli.

Espaço conquistado

Em um ano no mercado, app de Rondonópolis tem mais de 19 mil corridas realizadas e quase 1.500 motoristas cadastrados

Um ano depois, o motorista comenta que não é mais possível pensar no ramo de transporte individual por aplicativo em Rondonópolis sem citar a U7 como referência e conta que se sente satisfeito de ter ajudado na disseminação, já que a empresa não se portou como as multinacionais que iniciam a atividade com uma proposta altamente atrativa e, semanas após cativar trabalhadores e passageiros, mudam drasticamente as regras.

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“Valeu super a pena ter apostado na U7. A tarifa que eles trabalham é a melhor da cidade. No momento que essas promoções das multinacionais inviabilizaram nosso serviço, elas perdem muito mercado com a categoria e a U7 entendeu rapidamente que não adianta esse tipo de coisa. Com isso, ela subiu e creio que essa é a grande marca e o diferencial dela. É uma empresa que tem os ouvidos sempre atentos pra nós motoristas”, conta Jefferson.

Parte do grupo

Hoje, o grupo chama que nasceu para protestas contra o POUPA agora chama “Caveiras Roo” e é um dos mais influentes entre os motoristas, tanto para nortear debates sobre a atividade e até mesmo criar uma rede interligada para garantir distribuição efetiva de profissionais pela cidade e garantir segurança aos mesmos e a passageiros. Segundo Jefferson, dentro dessa corrente de união para fortalecimento da categoria a U7 tem cadeira cativa.

“Precisamos estar sempre em movimento, em todos os sentidos. Um pneu que custava R$ 200, há pouco tempo atrás, hoje custa R$ 500. A categoria entendeu que é preciso se unir pra ter força e um aplicativo que também tenha essa preocupação de somar conosco é o ideal. A U7 tem um espaço físico aqui, onde podemos recorrer, ir lá conversas e, sem dúvida, que isso faz a diferença”, finalizou o motorista.

A sede da U7 fica na Rua Luís Carlos F dos Santos, número 1915 – Jardim Tropical, Rondonópolis – MT. No local funciona também um lava jato, onde motoristas vinculados ao aplicativo possuem descontos especiais. O telefone para contato é o (66) 3421-8360. 
Para baixar o aplicativo em celulares Android acesse o link a seguir: (Passageiros) e (Motoristas)

Na versão IOS, a U7 atua com nome SEU MOTORISTA, sendo possível o download aqui.

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ECONOMIA

Litro da gasolina cai mais de R$ 1,00 em MT em cinco dias

Após intervenções do Governo Federal no comando da Petrobrás, limitação do ICMS, e outras ações pontuais, o consumidor já sente a diferença

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Em menos de sete dias, o preço nas bombas saiu de mais de R$ 7,00 para abaixo de R$ 6,00 em Cuiabá

Depois da troca do comando da Petrobrás, aprovação de um projeto que limitou o ICMS (imposto estadual) em um máximo de 17% de incidência e outras ações pontuais do Governo Federal, a gasolina teve uma queda brusca de preço entre o fim da última semana e esta segunda-feira (4), em Mato Grosso.

A queda nos preços também foi puxada pela “concorrência” do etanol, que após outra ação federal ter desvinculado o repasse do combustível via distribuidora, pra ser vendido direto das usinas para os postos, passou a ter uma diferente de mais de R$ 3,00 o litro em relação a gasolina, na Grande Cuiabá, por exemplo, nos últimos dias.

Nos últimos cinco dias, o litro do combustível caiu mais de R$ 1 nas bombas, uma queda aproximada de 15%, variando de estabelecimento pra estabelecimento. Em linhas gerais, o consumidor que encontrava o combustível a mais de R$ 7,00, na última semana, já o encontra abaixo de R$ 6,00 na capital. Enquanto isso, o etanol segue um patamar atrativo abaixo de R$ 4,00, chegando a até R$ 3,85 o litro na maior cidade do estado.

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A expectativa, segundo interlocutores do Governo Federal e membros da bancada federal, ouvidos pelo MINUTO MT, é que os preços sofram novas reduções, nos próximos dias. “O Governo Bolsonaro tem colocado todos os setores do país em pratos limpos. A Petrobrás foi vendida lá atrás para acionistas, que controlavam sua política de preços, desde os governos do PT. Bolsonaro está tendo a coragem de agir contra estas ações anti-Brasil da pseudoestatal, expondo ainda a carga abusiva do ICMS e, com apoio do Congresso Nacional, desmontando esse monopólio como na venda direta do etanol. Este Governo Federal, com apoio dos deputados e senadores, está  desamarrando os nós e trazendo a população para o debate real, que interessa a todos”, explicou o deputado federal, José Medeiros (PL), vice-líder do Governo Bolsonaro.

 

 

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