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Áudio de Neri e vazamento do caso Pivetta seriam mísseis teleguiados por Eraí

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Uma teoria envolvendo o nome de Eraí Maggi começa a ganhar corpo dentro do grupo situacionista de Mato Grosso, que internamente “pega fogo” em articulações pelo Senado Federal, em 2022.

Em menos de 24 horas, o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, e Neri Geller (PP), deputado federal, receberam duas “bombas” em suas cabeças.

O primeiro está tendo de explicar uma situação ocorrida no sul do Brasil, mais precisamente em Itapema-SC, onde teria agredido sua mulher, durante viagem pelo litoral.

O caso, ocorrido dia 7 de julho, teoricamente havia sido solucionado dentro do núcleo familiar, mas o boletim de ocorrência – B.O. vazou, sem ninguém saber como, para o principal jornal do estado.

Otaviano Pivetta quer o Senado Federal

Pivetta nega as acusações e seus aliados mais próximos já desconfiam, quase rumando para a certeza, de que se trata de uma força-tarefa dentro do “team Mauro” para tirar Otaviano da busca pelo Senado.

O atual vice tem na manga uma promessa de Mauro Mendes (DEM), atual governador, para ser seu candidato ao Senado Federal em 2022, motivo esse que o fez desistir e abrir caminho para a vitória de Carlos Fávaro (PSD), exatamente para o mesmo cargo, em 2020.

Neri Geller também quer o Senado…

Neri é outro que também almeja o Senado e sabe que precisa estar no palanque ao lado do governador para atingir esse objetivo, mas não vem lá tendo muita “sorte” nos últimos tempos.

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Recentemente, o atual senador, Wellington Fagundes (PL), que corria totalmente por fora para buscar a reeleição, mostrou porque é reconhecido pela habilidade nos bastidores.

Wellington quer o Senado e seduziu Eraí para a suplência

Ele avançou ferozmente para ser o “senador de Mauro Mendes” e até do “AGRO”, algo que nunca passou perto do seu personagem político, quando convidou o poderoso e vaidoso Eraí para ser seu suplente.

A conta do megaempresário, que nunca escondeu o desejo de entrar na política, é muito simples: com a vitória de Wellington, o atual senador se viabiliza para disputar o Governo do Estado, em 2026, ainda no meio do mandato. Em caso de vitória, ele, Eraí, assume no alto parlamento.

Desde que Fagundes conseguiu invadir o coração de Maggi, de lá para cá, coincidência ou não, fatos estão se somando e a atmosfera cada vez mais aponta para um enfraquecimento de Pivetta e Neri.

Geller, que tem lutado para conseguir ter, além da força dos situacionistas mato-grossenses, o selo de ser o “senador de Jair Bolsonaro”, viu vazar “DO NADA” para a imprensa um áudio onde ele desdenha dos bolsonaristas.

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O parlamentar surgiu ressaltando que são “no máximo” 10% do eleitorado, referindo-se especificamente aos quais chamou de “radicais”.

A situação foi a senha para Neri ser “metralhado” nos grupos bolsonaristas por todo Mato Grosso. Segundo pesquisa recente, contratada por Wellington, Bolsonaro tem influência majoritária no eleitorado do estado.

Outro fato tido pra lá de “coincidente”, segundo muitos avaliam, é a riqueza de detalhes que chegam do sul do país envolvendo o caso Pivetta.

O litoral catarinense, sobretudo a região de Camboriú e a própria Itapema, são terrenos “dominados” pelos Maggi. Além de Blairo, Eraí também possui imóvel na região, onde constantemente desembarca e tem vários e importantes amigos.

Exatamente de lá, Pivetta tem visto subir agora seus piores pesadelos em forma de notícias, por alguma força relevante que vem carregando a imprensa de informações.

Neri, por sua vez, também passou a noite em claro, feito Otaviano, querendo decifrar quem vazou o tal áudio e com qual intenção.

Ao “adversário” dos dois dentro do grupo, Wellington Fagundes, sortudo como sempre foi, nada de desgastante foi registrado. O horizonte brilha em sua frente com cor de soja…

 

 

 

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Números e cenário ameaçam diretamente reeleição de Bezerra

Com redutos consolidados, mas também com uma rejeição considerável, que empaca seu crescimento, o político de 80 anos terá de se reinventar

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Veterano tem, pelo menos, duas figuras relevantes na sua chapa vivendo momentos melhores que o seu. FOTO - Lislaine Anjos / RepórterMT

O veterano líder partidário, Carlos Bezerra (MDB), terá de tirar um “coelho da cartola” para seguir na representação de Mato Grosso na Câmara Federal. Números recentes do instituto Percent não foram animadores para o veterano.

A amostragem apontou o jovem Emanuelzinho (MDB), filho do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), com boas condições de ser o mais votado da chapa a federal da sigla. Ele surgiu com 6,1%.

Em segunda colocação entre os nomes da chapa, surgiu Juarez Costa, ex-prefeito de Sinop e também atual deputado federal, que marcou ameaçadores 3,2% na pesquisa.

Bezerra, que tentará o quinto mandato consecutivo, veio quase um ponto percentual abaixo, com 2,3%. Com redutos consolidados no estado, mas também com uma rejeição considerável, que empaca seu crescimento, o político de 80 anos terá de se reinventar.

Havia até a expectativa de que Bezerra pudesse “se beneficiar” de uma provável candidatura da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli, ao cargo de deputada ederal, pelo PL, o que enfraqueceria Juarez.

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Contudo, Martinelli recuou do projeto e pode acabar echando chapa com Fagundes, que busca reeleição ao Senado Federal. Internamente, apesar de todo o respeito que se prega, o MDB já admite que Emanuelzinho e Juarez são os favoritos da chapa.

A chance da sigla, ou qualquer outra, eleger três nomes dos oito possíveis para a Câmara Federal, neste pleito, em Mato Grosso, é praticamente descartada. Além de Bezerra, ainda surge com chances o atual suplente, Valtenir Pereira (MDB).

Os partidos terão de alcançar a soma aproximada dos 190 mil votos para garantir uma vaga direta e em torno de 150 mil na chamada sobra. A expectativa é que cinco ou, no máximo, seis partidos elejam representantes.

 

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