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Coronel Fernanda dá piti com Amália por causa de número

As duas pré-candidatas a deputada federal querem o mesmo número para concorrer, o que causou confusão na sede do PL em Mato Grosso

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Após a exaltação local, o assunto deve ser remetido à Brasília para que se bata o martelo

A pré-candidata a deputada federal, Coronel Fernanda (PL), assim como já havia feito em 2020 (Com Elizeu Nascimento, dentre outros), quando disputou o Senado Federal e foi derrotada por Carlos Fávaro (PSD), já começou a causar confusão dentro do núcleo bolsonarista, segundo informações repassadas ao MINUTO MT. A militar perdeu a linha e teria humilhado a também pré-candidata a deputada federal, Amália Barros (PL), ao saber que a novata havia requisitando o número 2222 para concorrer ao mesmo cargo que pleiteia.

Amália teria pedido o número para a direção do partido por indicação da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é uma espécie de madrinha política de Barros, que tem uma militância destacada nas redes sociais pela causa dos monoculares. Ao saber que a correligionária tinha encaminhado o 2222, a coronel apareceu descontrolada no ESPAÇO PL, falando alto e, de maneira ríspida, esbravejando à própria Amália que era ela (Fernanda) quem ficaria com a dita numeração.

A novata também não arredou o pé da questão, resumindo-se a dizer que “não iria bater boca e que o caso seria resolvido em Brasília”. Ao que parece, quem vai ter de bater o martelo vai ser Valdemar Costa Neto, líder nacional da sigla. Se depender de padrinho, Amália atualmente está melhor, já que o respaldo dado por Bolsonaro a Fernanda está longe de ser parecido com o que ela teve há dois anos atrás.

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Após a eleição extemporânea para o Senado Federal ser finalizada, inclusive, um áudio foi vazado de uma ligação do presidente da República, quando ele tentava fazer a coronel recuar do projeto ao Alto Parlamento, em uma estratégia para centralizar votos em José Medeiros, hoje no PL, que naquela ocasião também concorreu. Fernanda se desesperou no telefone, chorou e constrangeu Bolsonaro a ponto que o líder da direita não teve outra alternativa a não ser seguir validando a militar.

Desde então, contudo, o mandatário nacional não tem o mesmo apreço por Fernanda.

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Mauro é apontado com um “aliado” que esconde Bolsonaro

Mauro tentou explicar a questão à imprensa nacional e, em outras palavras, disse que entende a página como dele

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Governador apostou no pragmatismo para não correr riscos sendo adversário de Bolsonaro

“A rede é pessoal e não tenho focado em falar de política partidária, mas ainda assim temos postagens com o presidente. Nossa campanha será baseada nos resultados da gestão e nas boas perspectivas de presente e futuro. Nosso apoio ao presidente é inegável e está sendo manifestado respeitosamente de diversas formas”, afirmou.

Em grupos bolsonaristas, muita gente questionou quais seriam as formas “respeitosas” que o governador estaria procedendo para ajudar o presidente em algo. Nas últimas semanas, aliás, Mauro fez exatamente ao contrário, ao ridicularizar o questionamento de Bolsonaro sobre a eficácia plena das urnas eletrônicas. 

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O governador de Mato Grosso chegou dizer em entrevista que não se sente adversário de nenhum candidato a presidente e disse até que não via problemas se o petista Lula vencesse o pleito. 

Em outra oportunidade, quando forçava um inexplicável “palanque aberto” ao Senado Federal, Mauro não gostou do nariz torcido de Bolsonaro à proposta e sugeriu que o mandatário nacional focasse em cuidar da sua própria reeleição.     

Recentemente, o deputado federal, José Medeiros (PL), vice-líder de Bolsonaro no Congresso Nacional, comparou Mendes ao ex-governador de São Paulo, João Dória (PSDB), e previu o governador abandonando a aliança com o presidente tão logo se beneficie de sua força eleitoral.

Na avaliação de Medeiros, Mauro só se juntou ao PL para neutralizar o nascimento de um projeto ao Governo do Estado que nascesse realmente bolsonarista e viesse a ameaçar sua reeleição.

“Passou a pandemia inteira acusando o presidente, ao lado de governadores do PT. Enquanto isso o presidente despejava bilhões de reais em Mato Grosso”, comentou Medeiros.

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