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Emanuel e Márcia reúnem família para decidir sobre candidatura

Prefeito e primeira-dama da capital podem encabeçar projeto de oposição a Mauro Mendes, dentro de Federação petista

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Márcia é administradora de empresas e pós-graduada em Gestão Pública. FOTO - Ednilson Aguiar (O LIVRE)

A Federação PV/PCdoB e PT oficializou, nesta quarta-feira (3), convite para a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV), concorrer ao Governo do Estado, em 2022, criando um palanque de oposição em Mato Grosso.

Márcia decidiu, ao lado do marido, o prefeito da capital, Emanuel Pinheiro (MDB), se reunir em família para bater o martelo sobre a decisão que pode resultar em sua primeira investida na vida pública eletiva.

A família tem outro representante público, trata-se do deputado federal, Emanuelzinho (MDB), que tem seu primeiro mandato em Brasília bem aprovado, sobretudo pela baixada cuiabana, e deve garantir reeleição, neste ano.

O casal, junto há quase 30 anos, ainda tem o filho Elvis. Os quatro, junto da mãe de Emanuel, Maria Helena Pinheiro, da mãe de Márcia, Beatriz Kuhn, além de irmãos e outros conselheiros da família, devem discutir o projeto de Márcia ao Palácio Paiaguás na noite de hoje (3), em um jantar marcado pelo prefeito cuiabano.

 

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Mauro é apontado com um “aliado” que esconde Bolsonaro

Mauro tentou explicar a questão à imprensa nacional e, em outras palavras, disse que entende a página como dele

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Governador apostou no pragmatismo para não correr riscos sendo adversário de Bolsonaro

“A rede é pessoal e não tenho focado em falar de política partidária, mas ainda assim temos postagens com o presidente. Nossa campanha será baseada nos resultados da gestão e nas boas perspectivas de presente e futuro. Nosso apoio ao presidente é inegável e está sendo manifestado respeitosamente de diversas formas”, afirmou.

Em grupos bolsonaristas, muita gente questionou quais seriam as formas “respeitosas” que o governador estaria procedendo para ajudar o presidente em algo. Nas últimas semanas, aliás, Mauro fez exatamente ao contrário, ao ridicularizar o questionamento de Bolsonaro sobre a eficácia plena das urnas eletrônicas. 

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O governador de Mato Grosso chegou dizer em entrevista que não se sente adversário de nenhum candidato a presidente e disse até que não via problemas se o petista Lula vencesse o pleito. 

Em outra oportunidade, quando forçava um inexplicável “palanque aberto” ao Senado Federal, Mauro não gostou do nariz torcido de Bolsonaro à proposta e sugeriu que o mandatário nacional focasse em cuidar da sua própria reeleição.     

Recentemente, o deputado federal, José Medeiros (PL), vice-líder de Bolsonaro no Congresso Nacional, comparou Mendes ao ex-governador de São Paulo, João Dória (PSDB), e previu o governador abandonando a aliança com o presidente tão logo se beneficie de sua força eleitoral.

Na avaliação de Medeiros, Mauro só se juntou ao PL para neutralizar o nascimento de um projeto ao Governo do Estado que nascesse realmente bolsonarista e viesse a ameaçar sua reeleição.

“Passou a pandemia inteira acusando o presidente, ao lado de governadores do PT. Enquanto isso o presidente despejava bilhões de reais em Mato Grosso”, comentou Medeiros.

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