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Judiciário de MT se mexe para aumentar auxílio alimentação e natalino

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O Poder Judiciário de Mato Grosso tem propostas administrativas e financeiras ousadas para seu orçamento e prevê dobrar o valor do benefício de natal pago a todos os servidores do órgão.

Atualmente, a quantia é de R$ 1,3 mil e, na sexta-feira (20), o Conselho da Magistratura apresentou um projeto para aumentar esse valor para R$ 2,6 mil. Esse valor seria pago só uma vez, no final do ano.

No entanto, por causa do recesso, o projeto proposto pelo corregedor-geral de Justiça, José Zuquim Nogueira, só deve votado em janeiro. Além dele, o conselho é comporto pelo presidente do TJ e pelo vice-presidente.

Se o projeto for aprovado, todos os servidores vão receber o valor retroativo. Nos últimos dois anos foram pagos.

Recomposição salarial e auxílio-alimentação

Existe ainda a possibilidade de aumentar o valor pago de auxílio alimentação a servidores e magistrados do Tribunal de Justiça. O benefício deve passar de R$ 1.150 para R$ 1.430, o que representa cerca de 20%. O valor é o mesmo para magistrados e servidores.

Também já tinha sido apreciada a recomposição dos servidores do Judiciário em dezembro, 7%. Segundo o Judiciário, a partir de janeiro de 2022 haverá uma recomposição da inflação no auxílio alimentação, que não era reajustado desde maio de 2018. Os cálculos da área técnica consideraram o INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – acumulado desde então.

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Esse reajuste veio em decorrência de uma reunião entre a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas, e os sindicatos e associações dos servidores, que ocorreu na semana anterior ao recesso, na presidência.

O pedido do corregedor não foi analisado porque a decisão já havia sido tomada em conjunto com o sindicato. O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Mato Grosso (SindoJus) e as associações dos Servidores do Poder Judiciário (ASPOJUD), Associação dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário (ASTEJUD) e Associação dos Analistas Judiciários (ANAJUD) disseram, em nota, que a solicitação de acréscimo ao auxílio alimentação foi realizado com base na planejamento orçamentário do órgão.

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Emanuel dá prazo pra Wellington decidir a vida e se coloca como plano B

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), defendeu, nesta segunda-feira (21) que o grupo político que tem se formado no entorno de uma possível candidatura ao Governo do Estado, encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL), estabeleça um prazo para o congressista definir, de uma vez por todas, se será ou não candidato.

Para Pinheiro, que se coloca como “plano B” para assumir a chapa, em caso de uma recusa de Wellington, o ideal seria o senador bater o martelo até o próximo dia 15 de março. “Eu quero estabelecer isso [prazo]. Porque a minha prioridade é Cuiabá, mas eu estou pensando em conversar com ele e dar um prazo até dia 15″, disse.

O gestor reconhece que Fagundes é o nome ideal para o momento, mas pressiona que não dá para esperar pra sempre. “Ele é o consenso entre nós, ele agrega todas as forças e traz forças novas agora, como essa que ele trouxe com o presidente [Jair] Bolsonaro, que é muito forte em Mato Grosso”, falou o emedebista.

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Emanuel disse que, sobre sua candidatura, já levou a hipótese até para sua família. “Estou pensando seriamente. Até conversei em casa. Não podemos… É um absurdo o que está acontecendo no estado hoje e não termos uma proposta alternativa de um novo modelo de gestão para o estado de Mato Grosso”, criticou.

Emanuel ainda disse que se não assumir a cabeça da chapa, outro possível nome a ser lançado pelo grupo é o do ex-deputado federal Nilson Leitão. Pinheiro aproveitou a oportunidade para criticar a atual gestão do governo de Mato Grosso. Segundo ele, a intenção é lançar um nome que rompa com a atual gestão.

“[Queremos um] modelo de gestão de um líder que lidere, que tenha prazer em liderar, que tenha respeito pela sociedade, que seja humilde, que dialogue com todos, que priorize e trate com respeito os servidores públicos, que converse com respeito com o comércio. Que olhe para o setor produtivo de forma diferente e não apenas como instrumento para se arrecadar, como um segmento importante para o desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda, que se compadeça com a injustiça social que existe em Mato Grosso”, afirmou.

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Além de Emanuel, outra força política que tem grandes chances de compor em um projeto Wellington para o Palácio Paiaguás é a família Campos, de Jayme e Júlio, que nunca se deram e vêm aturando, há tempos, o atual governador Jayme Campos. Fagundes ainda teria um estreito relacionamento na campanha com Leitão, no norte, reforçaria ainda mais sua base no sul com José Medeiros (PODEMOS), que trabalha para concorrer ao Senado Federal pelo grupo, bem como teria a liderança de Jair Bolsonaro ao seu lado, em todo estado.

Wellington, contudo, segue sonhando em ser o candidato a senador dentro do grupo de Mendes, contrariando o próprio presidente, bem como Emanuel, Medeiros e praticamente todos que estão à sua volta, atualmente. O veterano, entretanto, crê que, freando Neri Geller (PP), nenhum outro projeto o ameaçaria em sua reeleição.

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