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Neri afirma que fechou com 100 prefeitos, agora só falta o povo…

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O ex-ministro de Dilma Roussef (PT) e deputado federal, Neri Geller (PP), tem tentado impor liderança e construir o caminho rumo ao Senado Federal por meio de amarrilhos políticos. Para tanto, ao invés de ir falar com o povo, tem focado suas andanças para falar unicamente com prefeitos, imaginando, ao que parece, que isso signifique “fechar com a cidade”. Segundo Neri, 100 dos 141 possíveis já confirmaram que estarão contigo.

O cenário lembra muito o de 2018, quando o próprio Neri se autoexaltava sobre o poderio de sua campanha e muita gente entrou na onda dizendo que ele “entraria pra história” como o campeão de votos em Mato Grosso. Por fim, não ficou nem no top 3 geral e alcançou apenas a terceira colocação da sua chapa, que teve Emanuelzinho (PTB) e José Medeiros (PODEMOS) à sua frente.

Neri, contudo, segue apostando na ideia de que o rótulo de “candidatura forte” resolve a questão, por meio do conceito de “voto útil”. Em paralelo ele segue torcendo, é claro, para que o povo não procure seu nome no google e descubra que já foi preso pela Polícia Federal, reflexos do seu tempo no Governo do PT.

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Bem nas pesquisas, Mauro não admite que apoio de Bolsonaro influencia

Na última pesquisa realizada pelo instituto PercentBrasil, Mendes venceria em primeiro turno, com 62,5% dos votos válidos.

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Governador se irritou com fala de bolsonarista que sua consolidação em pesquisas tinha relação com anúncio de apoio do presidente

Mesmo depois de um anúncio público do presidente, Jair Bolsonaro (PL), que ignorou as tantas críticas que recebeu e colocou seu prestígio a favor de Mauro Mendes (UB), que tenta reeleição, o governador não admite que a força eleitoral do mandatário nacional tenha qualquer influência nos seus bons números em pesquisas de intenção de voto.

Vaidoso, Mauro sustenta que os seus projetados mais de 60% de prováveis votos válidos, que surgiu na amostragem, e toda boa avaliação da população à sua gestão são frutos do trabalho que tem feito desde 2019 e chegou a mostrar até visivel irritação, quando questionado no fim de semana sobre isso.

A declaração do governador ocorreu devido a uma fala do deputado estadual, Gilberto Cattani (PL), que afirmou que Mendes e o senador Wellington Fagundes (PL) só estavam favoritos nas pesquisas por causa do presidente Jair Bolsonaro (PL), que adiantou apoio aos dois. Para Mauro, não teve peso.

“Nossa administração foi conhecida em cima de trabalho e de resultados, se alguém desconhece isso é porque não vive em Mato Grosso, não conhece os números do nosso estado”, afirmou.

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Na última pesquisa realizada pelo instituto PercentBrasil, Mendes venceria em primeiro turno, com 62,5% dos votos válidos. A pesquisa foi realizada entre os dias 01 e 06 de junho e foram entrevistados 812 pessoas por telefone.

O governador disse que os números são um reflexo dos investimentos feitos em Mato Grosso que, segundo ele, inclui todas as áreas do serviço público.“Se nós estamos bem nas pesquisas não é devido à A, B ou C e sim tudo aquilo que o governo fez. Somos o estado que mais investe”, disse.

Críticas a Bolsonaro

A aparente “certeza de vitória”, já materializada por um dos seus principais aliados, o ex-senador Cidinho Santos, que desdenhou e indicou que Mauro não precisaria de Bolsonaro pra se reeleger, tem dado ao governador uma postura de quase opositor ao criticar abertamente as ações de Bolsonaro, tanto para limitar o ICMS (imposto estadual), como para conceder um voucher de R$ 1.000,00 para caminhoneiros, como para elevar o Auxílio-Brasil (antigo Bolsa Família) a R$ 600,00 dentre outros benefícios.

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Sem citar diretamente Bolsonaro, Mauro criticou o Congresso Nacional por ter validado as propostas do Governo Federal e disse que entendia o pacote de socorro econômico como “medida eleitoreira”, “papagaiada” e ação de quem só está pensando em ganhar “votinho”. Para muitos bolsonaristas, a aproximação de Mauro nos primeiros meses do ano, sinalizando a aliança ao presidente, foi uma estratégia do governador para não deixar crescer um projeto robusto de oposição com apoio do presidente, o que fatalmente lhe tiraria do cargo.

 

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