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Pátio distribui calendários e prepara evento para

Político à moda antiga, o prefeito tem distribuido calendários com sua foto, de outros correligionários do PSB, em pleno mês de maio

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Atual prefeito da maior cidade do interior confronta a força bolsonarista e tenta eleger aliados

O prefeito Zé Carlos do Pátio (PSB), de Rondonópolis, prepara um amplo evento político dia 16 de junho, véspera do início da campanha eleitoral de 2022, para lançar oficialmente seus nomes na disputa.

Político à moda antiga, o prefeito tem distribuído na periferia e centro da cidade calendários com sua foto, de outros correligionários do PSB, em pleno mês de maio, ou seja, praticamente no meio do ano.

O irônico da questão é que aliados do próprio Pátio, até outro dia, criticavam o atual deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Thiago Silva (MDB), exatamente por este tipo de ação com o eleitorado.

Entrega de calendário quase no meio do ano, quase na véspera de eleição, tem chamado a atenção

Quanto aos compromissos de campanha, Pátio  deve ter um cuidado especial com a candidatura de Roni Magnani (PSB), atual presidente da Câmara de Vereadores de Rondonópolis, para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT.

Como não dava pra ser diferente, Pátio também entrará de cabeça no projeto à Câmara Federal da esposa, Neuma de Morais (PSB), que pela primeira vez vai encarar às urnas. A principal estratégia do prefeito será utilizar seu reduto de votos e “lulanizar” Roni e Neuma.

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O prefeito segue acreditando firmemente em uma pesquisa de consumo interno, contratada por seu grupo político, que chegou a apontar o petista na frente de Jair Bolsonaro (PL) na maior cidade do interior. Pátio já chegou citar a amostragem  publicamente.

Apoiadores de Bolsonaro, contudo, ridicularizam a narrativa de Pátio e não acreditam que Lula, que nunca venceu na cidade e no estado, nem em seus melhores momentos, não tem atmosfera para reunir tanto apoio popular quanto insiste o atual chefe do Executivo Municipal.

Pátio chegou a lançar o Comitê Pro-Lula e se apresentar como principal nome à frente da campanha do líder petista no estado, mas o protagonismo do prefeito já foi devidamente freado pelos correligionários do ex-presidente.

Sobre as pretensões eleitorais de Neuma e Roni, a primeira tem tudo para conseguir uma relevante votação, mas tem a vitória apenas como um sonho no horizonte, até porque a própria legenda a federal do PSB não foi priorizada dentro do partido, que segue focando a ALMT.

Roni, por sua vez, não precisa ter a preocupação do partido não chegar no quociente, ou seja, dependerá somente de suas próprias forças. Magnani é uma revelação da política rondonopolitana e tem muita habilidade nos bastidores.

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O atual líder legislativo, todavia, viu o apoio prometido pelo prefeito parcialmente prejudicado com a efetivação do projeto Neuma. Embora a campanha de Roni e da primeira-dama devam estar “coladas” não é impensável imaginar Pátio fechando outros apoios pontuais para abrir mais o leque, até porque um resultado ruim da esposa nas urnas será uma derrota conjunta do próprio prefeito, que é amigo pessoal de Janaína Riva (MDB) e Wilson Santos (PSD), ambos candidatos à reeleição.

O PSB ainda deve ter na cidade uma outra candidatura de destaque para o cargo de deputado estadual. Trata-se de Marildes Ferreira (PSB), mulher de confiança do presidente do partido, Max Russi (PSB), e campeã de votos em Rondonópolis, em 2018, para o cargo de deputada federal.

A atual vereadora conseguiu mais votos na cidade há quatro anos, por exemplo, que o próprio bolsonarista, José Medeiros (PL), que tem domicilio eleitoral em Rondonópolis e que naquele pleito foi nada menos que o segundo mais votado de todo Mato Grosso.

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Emanuel cutuca Michelly e marido, por repasse a reality de Jajah

Pinheiro ironizou Michelly e disse acreditar que a vereadora está revoltada com tamanho descaso com recursos públicos

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Prefeito enfatizou que Secretaria de Cultura, comandada por Jefferson Neves, foi a responsável por envio de dinheiro que bancou "Casa Digital"

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), não perdeu a oportunidade e cutucou, em sua live semanal, o secretário de cultura estadual, Jefferson Neves, marido da vereadora, Michelly Alencar (UB), que faz oposição ferrenha ao seu governo no legislativo municipal.

O motivo da alfinetada do gestor são os R$ 450 mil, destinados pela pasta de Jefferson, ao famigerado reality show do ex-deputado estadual, Jajah Neves, com “influencers” mato-grossenses, em Várzea Grande.

Pinheiro ironizou Michelly e disse acreditar que a vereadora está revoltada com tamanho descaso com recursos públicos. “Deve ter se manifestado, acredito eu, indignada com este festival de horror, que até agora está se apresentando a farra com dinheiro público na Secretaria de Cultura do Estado”, comentou o prefeito.

A polêmica emenda de Eduardo Botelho (UB), repassada ao Governo do Estado, que conveniou e custeou a produção de Jajah virou notícia nacional. O UOL publicou que a “Casa Digital” confinaria dez pessoas concorrendo a um prêmio de R$ 25 mil.

De maneira estranha, o próprio Botelho veio a público criticar a si mesmo, dizendo que comprou “gato por lebre”. Segundo o parlamentar, a promessa lhe feito era que os potenciais turísticos e culturais de Mato Grosso seriam divulgados por todo país e até fora dele. Todavia, chama atenção a falta de cuidado do deputado em dar o “ok”, sobretudo pela cifra envolvida.

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Em ano eleitoral e pré-candidato à reeleição, Botelho já até acionou o Ministério Público Estadual – MPE e pediu que sua emenda seja investida e, se possível, o valor devolvido aos cofres públicos. Até mesmo a primeira-dama do estado, Virgínia Mendes, mostrou que não engoliu a justificativa do deputado, nas redes sociais.

Em suas redes sociais, Jajah também gravou vídeo e ressaltou que, embora tenha sido um reality, envolvendo premiação para o vencedor, e confinando um grupo de pessoas, não se tratou de um “BBB de Mato Grosso”.

 

 

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