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PT prepara Esther Tigresa para disputa da ALMT em 2022

Jovem iniciou gravações de filmes adultos ainda menor de idade e enaltece sua visão crítica do mundo pra justificar entrada na política

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Nome da jovem foi confirmado pelos atuais deputados estaduais do partido, Barranco e Lúdio

A jovem Esther Caroline Perralto, de 24 anos, conhecida como “Tigresa Vip” nas redes sociais e em várias plataformas que hospedam filmes pornôs, foi escolhida pelo Partido dos Trabalhadores – PT como uma das pré-candidatas a deputada estadual em Mato Grosso.

A desinibida Tigresa, oriunda do Alta Floresta (803 km de Cuiabá), se filiou ao PT e seu nome é apontado como uma das mulher aptas e com potencial para disputar uma das 24 cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A legenda, presidida pelo deputado Valdir Barranco (PT), tem atualmente dois representantes do Legislativo: o próprio Barranco e Lúdio Cabral, ambos com projeto à reeleição já conhecidos.

A definição quanto ao nome de Tigresa e outros pré-candidatos para a Assembleia e Câmara dos Deputados se deu durante encontro realizado na última quinta-feira (14) sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MT), no, bairro Areão, em Cuiabá.

Quem também foi “ressuscitado” no encontro foi o ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva, candidato derrotado na disputa pela Prefeitura de Cuiabá em 2016 e 2020. Hoje atuando como advogado, ele deverá disputar uma vaga de deputado federal.

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NOMES

Para disputar vagas na Assembleia Legislativa, além de Tigresa e dos candidatos à reeleição, Barranco e Lúdio, foram elencados como potenciais concorrentes aProfessora Graciele (Sinop), Professora Fanise Albuês (Cuiabá) e Eliane Xunakalo (indígena Bakari).

TIGRESA

A filiação de Tigresa Vip ao PT para ser pré-candidata a deputada estadual foi confirmada pelo próprio presidente estadual da sigla, Valdir Barranco e também pelo colega de parlamento, Lúdio Cabral.

A trajetória de Tigresa enquanto “pessoa pública” é marcada por polêmicas, preconceitos e críticas, que vieram à tona em 2015, quando ela ainda era uma adolescente com 17 anos e passou a gravar vídeos pornôs que eram exibidos por ela sem qualquer constrangimento.

A jovem era casada com um homem mais velho que também participava das cenas, tanto em relações sexuais como filmando a garota transando com outros homens. Naquela época ela foi entrevistada por sites de notícias e blogs e deixou claro que fazia os vídeos pornôs por vontade própria e que, mesmo sendo menor de idade, já respondia por si, pois teria sido emancipada.

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No direito brasileiro, a emancipação é o ato legal que faz com que pessoas se tornem capazes na esfera civil antes de completarem 18 anos. Desde então, a jovem continua gravando suas aventuras sexuais com diversos parceiros, nos mais diferentes e inusitados lugares.

Em vídeos publicados na internet, Tigresa afirma que seu trabalho não é somente tirar a roupa e fazer cenas de nudez. “Eu protesto por todos que não tem coragem de reagir porque estou cansada de pagar impostos e ver as estradas esburacadas, ver faltando remédio nos hospitais, ver faltando merendo escolar, estou cansada de muita coisa, por isso eu protesto”, diz a jovem, em um dos vídeos.

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Bem nas pesquisas, Mauro não admite que apoio de Bolsonaro influencia

Na última pesquisa realizada pelo instituto PercentBrasil, Mendes venceria em primeiro turno, com 62,5% dos votos válidos.

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Governador se irritou com fala de bolsonarista que sua consolidação em pesquisas tinha relação com anúncio de apoio do presidente

Mesmo depois de um anúncio público do presidente, Jair Bolsonaro (PL), que ignorou as tantas críticas que recebeu e colocou seu prestígio a favor de Mauro Mendes (UB), que tenta reeleição, o governador não admite que a força eleitoral do mandatário nacional tenha qualquer influência nos seus bons números em pesquisas de intenção de voto.

Vaidoso, Mauro sustenta que os seus projetados mais de 60% de prováveis votos válidos, que surgiu na amostragem, e toda boa avaliação da população à sua gestão são frutos do trabalho que tem feito desde 2019 e chegou a mostrar até visivel irritação, quando questionado no fim de semana sobre isso.

A declaração do governador ocorreu devido a uma fala do deputado estadual, Gilberto Cattani (PL), que afirmou que Mendes e o senador Wellington Fagundes (PL) só estavam favoritos nas pesquisas por causa do presidente Jair Bolsonaro (PL), que adiantou apoio aos dois. Para Mauro, não teve peso.

“Nossa administração foi conhecida em cima de trabalho e de resultados, se alguém desconhece isso é porque não vive em Mato Grosso, não conhece os números do nosso estado”, afirmou.

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Na última pesquisa realizada pelo instituto PercentBrasil, Mendes venceria em primeiro turno, com 62,5% dos votos válidos. A pesquisa foi realizada entre os dias 01 e 06 de junho e foram entrevistados 812 pessoas por telefone.

O governador disse que os números são um reflexo dos investimentos feitos em Mato Grosso que, segundo ele, inclui todas as áreas do serviço público.“Se nós estamos bem nas pesquisas não é devido à A, B ou C e sim tudo aquilo que o governo fez. Somos o estado que mais investe”, disse.

Críticas a Bolsonaro

A aparente “certeza de vitória”, já materializada por um dos seus principais aliados, o ex-senador Cidinho Santos, que desdenhou e indicou que Mauro não precisaria de Bolsonaro pra se reeleger, tem dado ao governador uma postura de quase opositor ao criticar abertamente as ações de Bolsonaro, tanto para limitar o ICMS (imposto estadual), como para conceder um voucher de R$ 1.000,00 para caminhoneiros, como para elevar o Auxílio-Brasil (antigo Bolsa Família) a R$ 600,00 dentre outros benefícios.

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Sem citar diretamente Bolsonaro, Mauro criticou o Congresso Nacional por ter validado as propostas do Governo Federal e disse que entendia o pacote de socorro econômico como “medida eleitoreira”, “papagaiada” e ação de quem só está pensando em ganhar “votinho”. Para muitos bolsonaristas, a aproximação de Mauro nos primeiros meses do ano, sinalizando a aliança ao presidente, foi uma estratégia do governador para não deixar crescer um projeto robusto de oposição com apoio do presidente, o que fatalmente lhe tiraria do cargo.

 

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