CUIABÁ

EMPRESÁRIO QUERIA VICE

Pururucado por Mauro

Apesar do esperneio do rei dos porcos, a vice de Mauro deve ficar com Pivetta (Republicanos) ou com o ex-secretário Mauro Carvalho (UB).

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Reinaldo Moraes novamente não conseguiu emplacar projeto político

O popular “Rei dos Porcos”, também conhecido como Reinaldo Moraes (PL), tentou mais não conseguiu emplacar seu nome como vice na chapa encabeçada pelo governador Mauro Mendes (UB). O empresário, que faz um esforço descomunal para vender a ideia que é próximo do presidente Jair Bolsonaro (PL), ficou magoado com o passa fora que recebeu do governador e resolveu declarar que não está 100% confirmado o apoio do presidente à reeleição de Mauro Mendes.

Fontes revelaram ao Minuto MT que o empresário, que se apresenta como coordenador da campanha à reeleição de Bolsonaro, ameaçou entrar na disputa pelo Governo do Estado depois de ser vetado por governador, mas rapidamente foi trazido à realidade. Apesar do esperneio do rei dos porcos, a vice de Mauro deve ficar com Otaviano Pivetta (Republicanos) ou com o ex-secretário Mauro Carvalho (UB).

A Reinaldo restará a função coadjuvante de seguir carregando o piano ou então uma missão de última hora pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT ou Câmara Federal, com chances remotas de vitória.

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MPF pede 60 anos de prisão a ex-secretário de Mauro Mendes

Conforme a investigação, Borgato, que esteve no Governo de MT até março, facilitaria a entrada de cocaína da Bolívia em Mato Grosso

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Borgato é acusado de tráfico internacional de drogas em conjunto com o lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva e a doleira Nelma Kodama. 

O Ministério Público Federal recomenda a condenação a 60 de prisão para Nilton Borgato, que comando a pasta de Ciência e Tecnologia do Governo Mauro Mendes (UB), até o fim do último mês de maio. A mesma sentença foi recomendada ao lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva e a doleira Nelma Kodama. 

Os três integrariam uma quadrilha de tráfico internacional de drogas, com destino em Portugal. A denúncia foi protocolada na última quarta-feira (18), na 2ª Vara Federal Criminal da Bahia, e também pede o pagamento de R$ 139,5 milhões em danos coletivos.  

Todos foram presos na Operação Descobrimento, da Polícia Federal, em abril, como integrantes de uma organização criminosa que levava cocaína do Brasil para território europeu por meio de aviões. Os procuradores que assinam a denúncia afirmam que os investigados tinham o papel de comprar a droga e fretar voos.

Conforme a investigação, Borgato facilitaria a entrada de cocaína da Bolívia em Mato Grosso e o transporte até Jundiaí (SP). De lá, era levada para Salvador (BA) de onde partiria para Portugal. “À época dos fatos [2021], os denunciados [Ricardo Agostinho e Rowles Magalhães] exerciam funções típicas de proprietário da empresa de fretamento Omni Aviação e Tecnologia S.A”, diz trecho da denúncia. 

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Nilton Borgato e Nelma Kodama são citados pelos procuradores como “os responsáveis pela intermediação entre fornecedores da droga e os transportadores e o contato deles com os destinatários da droga na Europa”. A operação da Polícia Federal se baseia na investigação sobre a origem e o destino de mais de meia tonelada de cocaína apreendida no aeroporto de Salvador, escondida na fuselagem de um jato, em fevereiro de 2021.

O esquema passaria por reuniões entre Borgato e Rowles em hotéis em Cuiabá, na mesma época em Nilton exercia o cargo de secretário. Desesperado, em virtude do caso ter sido evidenciado em ano que busca a reeleição, o governador, Mauro Mendes (UB), já tratou de vir a público e dizer que não tem nada com o caso, ressaltando que é um problema pessoal do aparente ex-aliado.

Nelma Kodama, doleira conhecida no Brasil por envolvimento na investigação da Lava Jato, foi presa em Portugal pela mesma autorização judicial, no dia 19 de abril.  Além deles foram presas outras seis pessoas, todas denunciadas pelo Ministério Público Federal – Ricardo Agostinho, Cláudio Rocha Júnior, Marcelo Mendonça de Lemos (Gordo), Marcelo Lucena da Silva, Marcos Paulo Barbosa Lopes (Papito) e Fernando de Souza Honorato. 

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