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CORPO DE BOMBEIROS

Tenente é expulsa após condenação por esquema de propina

Ex-oficial foi condenada por facilitar aprovação de projetos mediante pagamento; caso envolve empreendimento turístico em Chapada

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O caso foi analisado por um Conselho de Justificação do Corpo de Bombeiros instaurado em 2023

O Governo de Mato Grosso publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (18) a perda do posto e da patente da 1ª tenente do Corpo de Bombeiros Militar, Yara Corrêa dos Santos, além da exclusão definitiva da oficial dos quadros da corporação.

A medida foi oficializada por meio do Ato nº 1.007/2026, assinado pelo governador Otaviano Pivetta, após decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que considerou a militar “indigna do oficialato”.

A exclusão ocorre após a ex-oficial ser condenada pela Vara Militar de Cuiabá a 5 anos, 7 meses e 22 dias de prisão em regime semiaberto.

Segundo as investigações, Yara atuava na análise de projetos de segurança contra incêndio e pânico e teria utilizado a função pública para prestar consultorias particulares a empresários, cobrando valores para agilizar aprovações e liberações de documentos dentro do Corpo de Bombeiros.

Um dos episódios investigados envolve o Malai Manso Resort, em Chapada dos Guimarães. Conforme apontado no processo, um projeto do empreendimento foi aprovado em apenas 13 dias, apesar da existência de dezenas de inconsistências técnicas identificadas posteriormente.

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Para a Justiça, a rapidez incomum na tramitação levantou indícios de favorecimento relacionado ao recebimento de vantagens indevidas pela então militar.

O ato publicado pelo governo estadual também menciona que o caso foi analisado por um Conselho de Justificação instaurado em 2023, procedimento administrativo utilizado para avaliar a permanência de oficiais militares na corporação.

Com a decisão, Yara Corrêa dos Santos perde definitivamente o vínculo com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, sem direito à remuneração ou indenização.

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Max afirma que Podemos vai priorizar propostas e não pesquisas

Max Russi afirmou que o Podemos não pretende tomar decisões eleitorais baseado apenas em pesquisas de intenção de voto

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Deputado diz que partido ainda não abriu discussão sobre composição de chapa e que decisões devem avançar perto das convenções

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, afirmou que o Podemos não pretende tomar decisões eleitorais baseado apenas em pesquisas de intenção de voto e indicou que o partido quer avaliar os projetos apresentados pelos pré-candidatos ao governo antes de definir posicionamento na disputa de outubro.

Segundo Max, as conversas sobre alianças majoritárias ainda estão em fase inicial e devem ganhar ritmo apenas nas próximas semanas, com a aproximação do período das convenções partidárias.

“Hoje não existe nenhuma conversa fechada sobre composição de chapa ou definição de apoio. Isso deve começar a acontecer mais para frente”, declarou nesta quarta-feira (13).

O deputado avaliou que pesquisas eleitorais servem como termômetro do momento político, mas não podem ser o único critério para escolha de alianças.

“Pesquisa mostra o cenário daquele momento. Eleição muda muito. Já vimos candidato liderar meses antes e não ganhar lá na frente”, afirmou.

Nos bastidores, o Podemos é visto como um partido importante para a formação de alianças em Mato Grosso, especialmente pela proximidade de parte da sigla com o atual grupo governista e pela estratégia de fortalecer chapas proporcionais para deputado estadual e federal.

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Max também negou que o fato de seu nome aparecer ocasionalmente em especulações sobre possíveis candidaturas majoritárias atrapalhe o diálogo com outros grupos políticos.

Segundo ele, a prioridade do partido neste momento é construir competitividade nas eleições proporcionais e participar das discussões sobre o futuro do Estado.

“O Podemos quer apresentar propostas, ajudar na construção política e participar de um projeto importante para Mato Grosso”, disse.

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