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União Progressista define diretório executivo em Mato Grosso

A direção estadual é quem delibera sobre as candidaturas que o partido vai lançar ou apoiar nas eleições 2026

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Membros irão definir candidaturas nas eleições deste ano

A Federação União Progressista protocolou na Justiça Eleitoral, nesta quarta-feira (27), os nomes dos membros do diretório executivo em Mato Grosso.

O partido é uma fusão do União Brasil com o Progressistas, homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral em 2025.

O ex-governador e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes, foi definido como presidente do diretório estadual. A vice-presidência será ocupada pelo ex-senador Cidinho Santos.

Também compõem o colegiado: a senadora Margareth Buzetti; o senador Jayme Campos; o deputado federal Fábio Garcia; o deputado estadual Dilmar Dal Bosco e o presidente da MT Gás, Aécio Rodrigues.

Na suplência estão: a ex-primeira-dama Virginia Mendes; o deputado estadual Júlio Campos; o presidente da MT Par, Wener Santos; e o empresário Eusébio Diniz.

Papel do diretório

O diretório estadual é o órgão máximo do partido dentro de cada unidade da federação. É ele quem delibera sobre as candidaturas que o partido vai lançar ou apoiar nas eleições.

Na prática, cabe ao diretório definir quem concorre pelo partido ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. Nas disputas majoritárias, como o Senado, o diretório também pode deliberar sobre coligações e apoios a candidatos de outras legendas, desde que respeitadas as diretrizes da Direção Nacional.

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Na disputa ao Governo do Estado, o diretório decide se o partido vai lançar candidato próprio ao Palácio Paiaguás ou se vai integrar uma coligação de apoio a outro nome.

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PSD vê crescer pressão contra projeto de Natasha ao governo

Bastidores do partido apontam preocupação com desempenho nas pesquisas e impacto na reeleição de Carlos Fávaro

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Lideranças avaliam que a candidatura de Natasha ainda não demonstrou capilaridade suficiente para se consolidar como competitiva

A insistência do PSD em manter a pré-candidatura de Natasha ao Governo de Mato Grosso acendeu um sinal de alerta nos bastidores do partido. Após mais de um ano de pré-campanha, o projeto majoritário não conseguiu ganhar força e, segundo avaliações internas, apresenta dificuldade para crescer nas pesquisas e ampliar presença no interior do Estado.

Nos bastidores da sigla, lideranças avaliam que a candidatura ainda não demonstrou capilaridade suficiente para se consolidar como competitiva na disputa ao Palácio Paiaguás.

O cenário ficou ainda mais delicado após a divulgação de informações de que o irmão de Natasha atua como CEO das empresas ligadas ao atual governador, Otaviano Pivetta. A revelação provocou desconforto dentro do PSD, principalmente porque integrantes do partido afirmam que desconheciam a relação.

Internamente, o episódio aumentou questionamentos sobre a independência política do projeto e gerou desgaste entre aliados, que passaram a cobrar mais transparência nas articulações da pré-candidatura.

A preocupação também atinge diretamente o senador Carlos Fávaro, que deve disputar a reeleição ao Senado em 2026. Dentro do partido, há avaliação de que uma candidatura fragilizada ao governo pode acabar afetando o desempenho de outras chapas majoritárias e proporcionais.

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Nos bastidores, integrantes do PSD defendem que o partido reavalie a estratégia eleitoral antes das definições do próximo ano. A principal preocupação é evitar que o desgaste do projeto majoritário acabe comprometendo a montagem das chapas de deputado estadual e federal, além da disputa ao Senado.

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