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MDIC leva células BIM a todas as regiões do Brasil

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) selecionou dez instituições públicas de ensino superior para receber mentoria para implantação de células BIM do projeto Construa Brasil. A iniciativa segue as diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB), com foco na transformação digital do setor da construção civil e na regionalização das ações.

Contemplando todas as regiões do país, a seleção realizada pelo MDIC escolheu instituições que oferecem cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, entre universidades e institutos federais, nos estados de Tocantins, Amazonas, Ceará, Maranhão, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Para o diretor de Desenvolvimento da Indústria de Bens de Consumo Não Duráveis e Semiduráveis do MDIC, Rafael Codeço, “essa iniciativa permite que os estudantes tenham contato direto com o BIM, tanto em seus fundamentos teóricos quanto em aplicações reais, contribuindo para uma formação alinhada às demandas atuais do setor da construção e à Missão 3 da Nova Indústria Brasil”, avalia.

O MDIC coordena os esforços do governo federal para a disseminação do BIM (Modelagem da Informação da Construção, na sigla em inglês) no país.

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O que é BIM

BIM é o conjunto integrado de processos e tecnologias que permite criar, utilizar, atualizar e compartilhar, de forma colaborativa, modelos digitais de uma construção, de forma a servir potencialmente a todos os participantes do empreendimento durante o ciclo de vida da construção. O seu uso antecipa eventuais problemas que não poderiam ser identificados no método tradicional de elaboração de projetos, além de diminuir tempo de execução de obra.

A Célula BIM é um laboratório acadêmico avançado, no qual professores e alunos desenvolvem planos para incorporar o BIM diretamente à grade curricular dos cursos de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e áreas afins.

As selecionadas receberão apoio técnico para implantar a célula BIM por meio de consultoria especializada e capacitação para o corpo docente e discente.

Instituições selecionadas

NORTE

  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO)
  • Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

NORDESTE

  • No Nordeste, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
  • Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

CENTRO-OESTE

  • Universidade Estadual de Goiás (UEG)
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SUDESTE

  • Instituto Federal Fluminense (IFF)
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP)
  • Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

SUL

  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha (IFFar)
  • Universidade Federal do Rio Grande (FURG)

“Nós, do Curso de Engenharia Civil do IFTO Campus Palmas, estamos muito orgulhosos por termos sido selecionados, entre as diversas Instituições concorrentes, para receber esta mentoria em BIM. Nos sentimos privilegiados e compreendemos o significado e a relevância de tal Programa para a nossa Instituição, enquanto multiplicadora do conhecimento” destaca a professora Elen Oliveira Vianna, que será a coordenadora de equipe de célula BIM do IFTO.

As instituições selecionadas se juntarão às universidades federais de Pernambuco (UFPE), do Paraná (UFPR), do Pará (UFPA) e do Mato grosso do Sul (UFMS), que já possuem Células BIM em funcionamento. 

Saiba Mais

O projeto Construa Brasil está alinhado à Estratégia BIM BR, que institui a estratégia para promover a transformação na indústria da construção, e à Nova Indústria Brasil (NIB).

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Governo do Brasil realizará estudo para impulsionar soberania e abastecimento alimentar no país

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Um Acordo de Cooperação Técnica assinado na tarde de hoje (18) entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vai garantir a realização de estudos que contribuam para fortalecer o setor de abastecimento alimentar. A iniciativa prevê a avaliação de dados e informações e a proposição de ações para inovação e aprimoramento das políticas públicas existentes. Também deverão ser identificadas potenciais parcerias relacionadas ao abastecimento alimentar no Brasil.

O documento foi assinado pela ministra do MDA, Fernanda Machiaveli, pelo diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa, pelo superintendente da Área de Soluções de Infraestrutura do BNDES, Ian Ramalho Guerriero, pelo diretor-presidente da Conab, Sílvio Isoppo Porto, pelo diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo Anacleto de Campos, e pela secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar, Ana Terra.

“Estou bem entusiasmada com os próximos passos da nossa política de abastecimento, vamos conseguir um avanço bem expressivo. Essa parceria entre o MDA e o BNDES é bem importante, e nós estamos muitos satisfeitos em poder contar com a expertise do banco para avançar na modernização das nossas estatais”, declarou a ministra Fernanda Machiaveli. “A partir desse aporte nós pretendemos modernizar as infraestruturas, fazer melhor aproveitamento dos nossos ativos, pensar na estrutura de armazenagem e na estratégia para conseguir avançar ainda mais na política de abastecimento”, concluiu.

Foto: Luis Fabiano Neves - Ascom/MDA
Foto: Luis Fabiano Neves – Ascom/MDA
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A atuação do BNDES se dará no âmbito do Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP). “O Banco irá realizar um estudo com recursos próprios sobre o sistema de abastecimento no Brasil. Vamos avaliar como melhorá-lo, usando não só as referências que a gente tem aqui no Brasil, mas também experiências internacionais. Nós vamos analisar o que os outros países fazem e se isso pode ou não ser feito no Brasil”, explicou diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa.

Para o diretor-presidente da Conab, Sílvio Isoppo Porto, a relação com o BNDES tem sido bastante positiva. “Estamos dando passos importantes. Toda essa estruturação, esses estudos, esses subsídios que o BNDES vai gerar em termos de oportunidade serão fundamentais para que consigamos planejar e ter uma política bastante robusta, com uma intervenção muito concreta, no sentido de reduzir o preço dos alimentos, criar uma logística mais eficiente e, principalmente, fazer uma mudança fundamental nos sistemas alimentares do Brasil, garantindo comida de verdade, alimentação saudável para o povo brasileiro”.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

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