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Onze praias do Brasil estão entre as cem melhores do mundo, segundo ranking internacional

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Das cem melhores praias do mundo, onze estão no Brasil. A classificação é do ranking Best Beaches in the World (melhores praias do mundo, em inglês), divulgado nesta segunda-feira (8), em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos.

A lista é publicada anualmente pela plataforma The World’s 50 Best Beaches. A seleção oficial é compilada a partir da votação de um painel composto por mais de mil experts, incluindo jornalistas, influenciadores, blogueiros e especialistas em viagem de todo o mundo.

A praia brasileira mais bem colocada na lista é a Praia de Atins, nos Lençóis Maranhenses (MA), que ficou em 7º lugar. Em seguida vem a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (10º lugar) e a Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que figura na 24ª colocação.

Confira, a seguir, todas as onze praias brasileiras no ranking:

▪ 7º lugar: Praia de Atins, nos Lençóis Maranhenses (MA)
▪ 10º: Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE)
▪ 24º: Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ)
▪ 44º: Ilha Do Amor, em Alter do Chão (PA)
▪ 46º: Praia do Madeiro, em Pipa (RN)
▪ 77º: Praia da Engenhoca, em Itacaré (BA)
▪ 78º: Praia do Bonete, em Ilhabela (SP)
▪ 79º: Praia do Rosa, em Imbituba (SC)
▪ 83º: Saco do Mamanguá, em Paraty (RJ)
▪ 85º: Praia de São Miguel dos Milagres, na Rota Ecológica dos Milagres (AL)
▪ 92º: Praia de Taipu de Fora, na Península de Maraú (BA)

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Por João Pedrini
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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“Sair do Mapa da Fome é um grande marco e também um ponto de partida para novos desafios”, disse Boulos na abertura do encontro do Consea

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O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) iniciou nesta segunda-feira (8) o Encontro Nacional + 2 anos, com o objetivo de discutir o trabalho desenvolvido desde a realização da 6º Conferência Nacional realizada no final de 2023.

A programação está voltada ao diagnóstico da situação da segurança alimentar e nutricional (SAN) a partir da conferência, bem como a construção e o fortalecimento de políticas públicas que permitam que o país consiga avançar no combate à fome.

“Primeiro quero reconhecer os avanços dos últimos três na segurança alimentar e na retomada das políticas públicas e a importância dos movimentos sociais do campo e das cidades nesse processo”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, em saudação aos participantes.

O ministro Boulos, que também é o Secretário-Geral do Consea, ressaltou a conquista representada pela saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, anunciada em julho de 2025, um feito alcançado em apenas dois anos, considerando que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil.

“Sair do Mapa da Fome é um marco importante e pode parecer que o Brasil não tem mais problema. Mas na verdade é um ponto de partida e não de chegada”, afirmou o ministro. De acordo com ele, são inúmeros os desafios, como a qualidade da alimentação chegando à mesa de todos os brasileiros e a garantia de mais orçamento para a agricultura familiar de base agroecológica.

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Soberania nacional e alimentar – Guilherme Boulos abordou ainda, como um dos maiores desafios do cenário atual, a soberania alimentar, que representa também soberania nacional. Segundo o ministro, o Consea tem muito a contribuir com essa missão de construir uma estrutura robusta de soberania alimentar num cenário global desafiador e instável.

“O mundo está discutindo isso, como cada país tem condições de lidar com o mercado internacional de commodities e com a especulação que encarece o preço do alimento”, disse Boulos.

O ministro lembrou ainda que não adianta o Brasil ser um dos maiores exportadores de agronegócio do planeta e não ter cadeias produtivas estáveis para abastecer o mercado interno e garantir alimento a um custo barato para a sua população. Por essa razão, de acordo com ele, o Governo do Brasil assume a responsabilidade de estimular e apoiar a agricultura familiar rumo à garantia da soberania alimentar.

Abertura – A abertura do Encontro Nacional + 2 anos, realizada na manhã deste primeiro dia de evento, que segue até quarta-feira (10), contou com a participação da presidenta do Consea, Elisabetta Recine; do conselheiro e representante da sociedade civil pelo Movimento dos Pequenos Agricultores, Anderson Amaro; do coordenador-executivo da  Articulação do Semi-Árido Brasileiro (ASA), Naidison Baptista; da secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia, Fabya Reis; do presidente da Conab, Silvio Porto; e do secretário-executivo do MDS e presidente da Câmara Interministerial ou Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), Osmar Ribeiro Júnior.

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Fonte: Secretaria-Geral

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