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Programa Cisternas, MobSUAS e PAA: MDS investe R$ 7,8 milhões no Amapá

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O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) investe R$ 1,89 milhão para fortalecer a rede socioassistencial do Amapá. Os recursos foram destinados à aquisição de nove veículos que vão ampliar a capacidade de atendimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em diferentes municípios.

O ministro Wellington Dias fez a entrega dos veículos, nesta segunda-feira (8.06), em Macapá. A capital amapaense foi palco de uma série de entregas e anúncios do Governo do Brasil, em evento que também contou com a participação do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano; do governador do Amapá, Clécio Luís; entre outras autoridades.

A entrega é parte da Estrutura de Mobilidade do Sistema Único de Assistência Social (MobSUAS), ação coordenada pelo MDS que promove a compra e doação de veículos para estados e municípios, com o objetivo de aprimorar o atendimento à população em situação de vulnerabilidade social.

“O MobSUAS promove dignidade e cidadania para as pessoas. Queremos que o Amapá, que todo o Brasil, continue se desenvolvendo e avançando. Esses veículos vão levar a assistência social para quem precisa”, destacou o titular do MDS. “Com esses veículos, estamos assegurando proteção social a pessoas com deficiência, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade”, concluiu Wellington Dias.

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Os veículos beneficiarão unidades socioassistenciais que estão registradas no Sistema de Cadastro do Sistema Único de Assistência Social (CadSUAS), fortalecendo a oferta de serviços voltados a famílias inscritas no Cadastro Único, beneficiárias do Programa Bolsa Família, gestantes, crianças, idosos, pessoas com deficiência e pessoas em situação de rua.

Ao todo, foram entregues nove caminhonetes destinadas aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) dos municípios de Calçoene, Cutias, Itaubal, Pedra Branca do Amapari, Santana, Vitória do Jari, Macapá e Laranjal do Jari, além do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Oiapoque.

Segurança alimentar

O ministro Wellington Dias assinou a destinação de R$ 2,9 milhões para a execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea via Termo de Adesão. Por ela, o Governo do Brasil adquire a produção da agricultura familiar e doa para locais que atendem a quem mais precisa. Agora, o valor que o MDS destinou ao estado chega a R$ 11,6 milhões desde 2023, apenas para a execução dessa modalidade do PAA.

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Outra frente de atuação do MDS no Amapá é o fortalecimento das cozinhas solidárias, uma tecnologia social de combate à fome, organizada pela sociedade civil, para a produção e distribuição gratuita de refeições a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Desde janeiro de 2026, duas cozinhas solidárias habilitadas pelo MDS passaram a receber alimentos por meio do PAA no estado. 

Cisternas

Mais cedo, ainda nesta segunda-feira, o ministro cumpriu compromissos no Oiapoque. Por meio do Programa Cisternas, o MDS vai implementar tecnologias sociais de acesso à água exclusivas para áreas indígenas no município, em parceria com o Ministério da Saúde e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). O valor a ser executado será de aproximadamente R$ 3 milhões.

Desde 2023, foram contratadas 840 cisternas no estado, sendo 460 pelo MDS e 380 pelo BNDES. O investimento total é de R$ 23,4 milhões com recursos do MDS e do Fundo Amazônia, sob gestão do Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES).

Assessoria de Comunicação – MDS

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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BRASIL & MUNDO

“Sair do Mapa da Fome é um grande marco e também um ponto de partida para novos desafios”, disse Boulos na abertura do encontro do Consea

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O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) iniciou nesta segunda-feira (8) o Encontro Nacional + 2 anos, com o objetivo de discutir o trabalho desenvolvido desde a realização da 6º Conferência Nacional realizada no final de 2023.

A programação está voltada ao diagnóstico da situação da segurança alimentar e nutricional (SAN) a partir da conferência, bem como a construção e o fortalecimento de políticas públicas que permitam que o país consiga avançar no combate à fome.

“Primeiro quero reconhecer os avanços dos últimos três na segurança alimentar e na retomada das políticas públicas e a importância dos movimentos sociais do campo e das cidades nesse processo”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, em saudação aos participantes.

O ministro Boulos, que também é o Secretário-Geral do Consea, ressaltou a conquista representada pela saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, anunciada em julho de 2025, um feito alcançado em apenas dois anos, considerando que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil.

“Sair do Mapa da Fome é um marco importante e pode parecer que o Brasil não tem mais problema. Mas na verdade é um ponto de partida e não de chegada”, afirmou o ministro. De acordo com ele, são inúmeros os desafios, como a qualidade da alimentação chegando à mesa de todos os brasileiros e a garantia de mais orçamento para a agricultura familiar de base agroecológica.

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Soberania nacional e alimentar – Guilherme Boulos abordou ainda, como um dos maiores desafios do cenário atual, a soberania alimentar, que representa também soberania nacional. Segundo o ministro, o Consea tem muito a contribuir com essa missão de construir uma estrutura robusta de soberania alimentar num cenário global desafiador e instável.

“O mundo está discutindo isso, como cada país tem condições de lidar com o mercado internacional de commodities e com a especulação que encarece o preço do alimento”, disse Boulos.

O ministro lembrou ainda que não adianta o Brasil ser um dos maiores exportadores de agronegócio do planeta e não ter cadeias produtivas estáveis para abastecer o mercado interno e garantir alimento a um custo barato para a sua população. Por essa razão, de acordo com ele, o Governo do Brasil assume a responsabilidade de estimular e apoiar a agricultura familiar rumo à garantia da soberania alimentar.

Abertura – A abertura do Encontro Nacional + 2 anos, realizada na manhã deste primeiro dia de evento, que segue até quarta-feira (10), contou com a participação da presidenta do Consea, Elisabetta Recine; do conselheiro e representante da sociedade civil pelo Movimento dos Pequenos Agricultores, Anderson Amaro; do coordenador-executivo da  Articulação do Semi-Árido Brasileiro (ASA), Naidison Baptista; da secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia, Fabya Reis; do presidente da Conab, Silvio Porto; e do secretário-executivo do MDS e presidente da Câmara Interministerial ou Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), Osmar Ribeiro Júnior.

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Fonte: Secretaria-Geral

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