CUIABÁ

FIM DA LINHA

Juíza de MT "ganha" aposentadoria por baixa produtividade

Esta é a segunda condenação contra a juíza pelo mesmo motivo. A magistrada já havia sido condenada em 2020

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JURÍDICO

Catarina era titular da Vara Especializada de Execução Fiscal da Comarca de Cuiabá.

A juíza Flávia Catarina Oliveira de Amorim Reis, de 59 anos, foi condenada, nesta quinta-feira (28), à pena de aposentadoria compulsória.

O processo versou sobre improdutividade, de sua parte. Catarina era titular da Vara Especializada de Execução Fiscal da Comarca de Cuiabá.

Esta é a segunda condenação contra a juíza pelo mesmo motivo. A magistrada já havia sido condenada em 2020 e recorre da decisão.

A juíza chegou a tentar travar o novo julgamento. Em pedido feito ao Conselho Nacional de Justiça(CNJ), Catarina alegou que a defesa não teve acesso ao processo administrativo.

O julgamento do Pleno, porém, ocorreu antes de posicionamento do CNJ, conforme assinalada em pedido de desistência da defesa. Catarina ingressou no judiciário aos 22 anos, em 1985,

Ela começou como assessora da Terceira Vara Cível de Cuiabá. Antes de ser aposentada, a magistrada chegou ser cotada para ocupar possível vaga como desembargadora.

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JURÍDICO

Marido mandante de morte de personal da mulher pega 20 anos de cadeia

Segundo as investigações, Guilherme arquitetou o crime e contratou dois executores, após descobrir uma suposta traição da esposa

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Crime ocorreu em 8 de novembro de 2017, quando a vítima saía da academia

O Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (5), Guilherme Dias de Miranda a 20 anos de reclusão em regime fechado por homicídio qualificado e Wallisson Magno de Almeida Santana a 9 anos em regime semiaberto por homicídio simples.

Guilherme foi acusado de mandar matar o personal trainer Danilo Campos, de 28 anos, que teria um suposto relacionamento com sua esposa. Já Wallison foi inicialmente denunciado como sendo um dos executores do crime, mas o MPE o apontou como piloto.

Danilo foi executado quando saía de uma academia no dia 8 de novembro de 2017, no bairro Jardim Cuiabá, na capital, quando um motociclista passou pelo local. O executor, até o momento, não foi identificado e nem preso.

Segundo as investigações, Guilherme arquitetou o crime e contratou dois executores, motivado por ciúmes. Policiais da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoas (DHPP), descobriram que a vítima havia conhecido a esposa de Guilherme em uma academia localizada no Shopping de Várzea Grande.

O caso foi descoberto pelo marido pouco tempo depois. Com a descoberta, Guilherme teria pedido a esposa para que frequentasse outra academia, porém, os encontros teriam continuado. De acordo com uma testemunha que era colega de trabalho de Danilo, o rapaz estaria recebendo ameaças.

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A partir de então, teria começado a andar armado. Ainda conforme a testemunha, Danilo, apesar das ameaças, sempre se mostrou tranquilo e dizia que jamais tinha visto Guilherme na academia. Durante depoimento, a namorada de Danilo na época contou que conheceu  a vítima em agosto de 2017 e negou ter conhecimento das ameaças supostamente cometidas por Guilherme.

A dupla foi presa em março de 2018, em São Paulo, enquanto tentavam fugir do país. A esposa de Guilherme, Ane Lise, chegou a ser presa em Foz do Iguaçu (PR) e trazida a Mato Grosso, mas acabou sendo colocada em liberdade após colaborar com as investigações e declarar ter sofrido ameaças do ex-companheiro.

Ela não foi denunciada pelo Ministério Público por envolvimento no crime. Danilo era filho de Nilo Campos, ex-vereador por Várzea Grande.

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