CUIABÁ

VÍTIMA TINHA 74 ANOS

Maníaco que estuprou e matou mãe de vereador pega 42 anos de cadeia

O corpo de Silvina, mãe do Sargento Vidal, foi encontrado nu em um terreno baldio, com diversas marcas de agressões física e sexual.

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JURÍDICO

Criminoso aproveitou momento em que a idosa saia para caminhar e agiu

A Justiça condenou, nesta semana, Adevanir Ferreira da Silva a 42 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato e estupro da idosa Silvina dos Santos Vidal, mãe do vereador por Cuiabá, Sargento Vidal (MDB).

A sentença é assinada pelo juiz da 1º Vara Criminal de Lucas do Rio Verde, Hugo José Freitas da Silva. O caso corre em segredo de Justiça.

O julgamento durou 12 horas e Adevanir foi condenado por feminicídio com quatro qualificadoras, sendo elas: motivo torpe, asfixia, recursos que dificultaram a defesa da vítima, além de estupro.

Ele está preso desde 27 de março de 2020 e respondeu todo o processo enquanto estava detido. Com a condenação, o acusado cumprirá a pena no Centro de Detenção Provisória de Lucas do Rio Verde.

O crime ocorreu no dia 08 de março de 2020 e chocou a população mato-grossense pela forma que aconteceu. A idosa de 74 anos saía para fazer caminhada quando foi abordada por Adevanir, que a seguiu de bicicleta.

Ao retornar para a sua casa, Silvina foi obrigada a entrar em um terreno, onde foi estuprada e estrangulada até a morte. Câmeras de monitoramento flagraram o momento em que o agressor chegou de bicicleta e cometeu o crime.

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O corpo de Silvina foi encontrado nu em um terreno baldio, com diversas marcas de agressões física e sexual.  Adevanir foi preso em uma fazenda em Santiago do Norte, vilarejo de Paranatinga, dias após o crime durante uma ação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Judiciária Civil.

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JURÍDICO

Marido mandante de morte de personal da mulher pega 20 anos de cadeia

Segundo as investigações, Guilherme arquitetou o crime e contratou dois executores, após descobrir uma suposta traição da esposa

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Crime ocorreu em 8 de novembro de 2017, quando a vítima saía da academia

O Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (5), Guilherme Dias de Miranda a 20 anos de reclusão em regime fechado por homicídio qualificado e Wallisson Magno de Almeida Santana a 9 anos em regime semiaberto por homicídio simples.

Guilherme foi acusado de mandar matar o personal trainer Danilo Campos, de 28 anos, que teria um suposto relacionamento com sua esposa. Já Wallison foi inicialmente denunciado como sendo um dos executores do crime, mas o MPE o apontou como piloto.

Danilo foi executado quando saía de uma academia no dia 8 de novembro de 2017, no bairro Jardim Cuiabá, na capital, quando um motociclista passou pelo local. O executor, até o momento, não foi identificado e nem preso.

Segundo as investigações, Guilherme arquitetou o crime e contratou dois executores, motivado por ciúmes. Policiais da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoas (DHPP), descobriram que a vítima havia conhecido a esposa de Guilherme em uma academia localizada no Shopping de Várzea Grande.

O caso foi descoberto pelo marido pouco tempo depois. Com a descoberta, Guilherme teria pedido a esposa para que frequentasse outra academia, porém, os encontros teriam continuado. De acordo com uma testemunha que era colega de trabalho de Danilo, o rapaz estaria recebendo ameaças.

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A partir de então, teria começado a andar armado. Ainda conforme a testemunha, Danilo, apesar das ameaças, sempre se mostrou tranquilo e dizia que jamais tinha visto Guilherme na academia. Durante depoimento, a namorada de Danilo na época contou que conheceu  a vítima em agosto de 2017 e negou ter conhecimento das ameaças supostamente cometidas por Guilherme.

A dupla foi presa em março de 2018, em São Paulo, enquanto tentavam fugir do país. A esposa de Guilherme, Ane Lise, chegou a ser presa em Foz do Iguaçu (PR) e trazida a Mato Grosso, mas acabou sendo colocada em liberdade após colaborar com as investigações e declarar ter sofrido ameaças do ex-companheiro.

Ela não foi denunciada pelo Ministério Público por envolvimento no crime. Danilo era filho de Nilo Campos, ex-vereador por Várzea Grande.

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