CUIABÁ

CINCO CRIMES

Motorista que causou a morte de diarista e motorista de APP é indiciado

Investigado estava embriagado e invadiu a contramão, causando a morte do jovem motorista e de diarista. Uma criança de cinco anos sobreviveu

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JURÍDICO

Tragédia ocorreu no último dia 8, em Várzea Grande

O homem que teria sido o principal responsável pela morte de uma diarista e de um motorista por aplicativo, em um acidente na Avenida Filinto Muller, em Várzea Grande (MT), no dia 8 deste mês, foi indiciado por cinco crimes, segundo a Polícia Civil.

O acusado dirigia embriagado e na contramão quando bateu de frente com o outro veículo em que estavam as vítimas. De acordo com a polícia, a Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran) indiciou o motorista no dia 18 deste mês.

Ele foi enquadrado por homicídio doloso por duas vezes, lesão corporal dolosa por duas vezes, omissão de socorro, fuga de local e embriaguez ao volante. Segundo a polícia, somadas, as penas podem chegar a até 47 anos de prisão.

Devido a não conclusão dos laudos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), foi solicitada a dilação de prazo ao Poder Judiciário, ou seja, um prazo extra para a conclusão do inquérito policial.

O acidente

A diarista Marcelene Lucia da Silva Pereira, de 39 anos, e o motorista por aplicativo Igor Rafael dos Santos, de 22 anos, não resistira ao acidente. A filha da diarista, de 5 anos, também estava no veículo e sobreviveu.

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Após o acidente, a menina foi encaminhada ao Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande.

Dois carros bateram de frente e, com o impacto, avançaram sobre a calçada, atingindo uma mãe e uma criança — Foto: Reprodução

O carro do investigado, em alta velocidade, atravessou a pista na contramão e bateu de frente com o veículo em que a mãe, Igor e a filha estavam. O motorista do outro veículo foi preso e não teve direito à fiança.

Cortejo

Igor morreu após ser atingido por carro na contramão — Foto: Arquivo pessoal

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JURÍDICO

Justiça de MT garante R$ 300 mil a tetraplégico por erro médico

O erro médico foi considerado acidente pelo Poder Judiciário, ao julgar ação de cobrança por danos pessoais e condenar a seguradora

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O "acidente", que na verdade foi um erro médico e deixou inválido o paciente, ocorreu em meio a uma cirurgia para retirada de pedra nos rins

Uma cirurgia de retirada de pedras nos rins a laser, considerada simples, resultou na invalidez completa de um trabalhador de Cuiabá que ficou tetraplégico. O quadro agravado ocorreu devido a uma infecção grave causada pelo rompimento de uma bolha de pus durante o procedimento cirúrgico.

O erro médico foi considerado acidente pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, ao julgar ação de cobrança de seguro por danos pessoais e determinar que a seguradora  (Bradesco Vida e Previdência) pague o valor completo da apólice de R$ 300 mil.

A seguradora negou a indenização, ao argumento de que o seguro de vida contratado garante apenas indenização em caso de acidente, sendo que as limitações do cliente decorrem de doença e não de acidente.

No entanto, na análise feita pelo juiz Luiz Octávio Saboia Ribeiro, da 3ª Vara Cível de Cuiabá, pode-se dizer que o requerido possui direito ao pagamento do prêmio, tendo em vista que o laudo pericial concluiu pela invalidez permanente causada por acidente médico, no momento da retirada de uma pedra do rim, onde acidentalmente rompeu uma bolha de pus causando assepsia.

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“No caso dos autos, há nexo causal entre a invalidez permanente que acomete o requerente e o acidente que alegou ter sofrido, sendo indiferente se ocorreu durante uma cirurgia, visto que não estaria nesta situação se não fosse a imperícia no tratamento médico. O fato é, conforme se verifica do laudo, o acidente desencadeou a perda da mobilidade do autor. Logo, restou comprovado o acidente e o nexo de causalidade. Portanto, havendo cobertura contratual para invalidez permanente total por acidente deve o requerente ser indenizado”, considerou a decisão.

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