CUIABÁ

A PEDIDO DO PTB

TRE suspende pesquisa que apontava Mendes e Wellington absolutos

Amostragem registrada não possuía assinatura de profissional responsável e descrevia levantamento junto a eleitores de Rondônia

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JURÍDICO

O partido pediu, até mesmo, multa para veículos de comunicação que publiquem os números favoráveis ao atual governador e senador.

A empresa paulista Real Time Midia Ltda. aplicou um questionário de intenção de votos para candidatos ao Senado e ao Governo de Mato Grosso com metodologia que deveria ser aplicada no estado de Rondônia.

Por essa e outras irregularidades, o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) entrou na Justiça Eleitoral e conseguiu suspender uma pesquisa divulgada, que apontou cenários favoráveis para o senador Wellington Fagundes (PL) e para o governador Mauro Mendes (União Brasil).

Conforme a inicial da ação, há dois erros na pesquisa que maculam a divulgação do seu resultado. Um deles é ter utilizado uma metodologia de aplicação da pesquisa para a população moradora de Rondônia, mesmo tendo como questionário sobre candidatos de Mato Grosso, enquanto a segunda é não ter assinatura digital do profissional responsável.

“Porquanto não há segurança de que foi realizada por um expert”, diz o PTB sobre a falta de profissional responsável.

A sigla destaca trecho da metodologia de pesquisa, registrada em Mato Grosso sob o número 04447/2022, onde está escrito que “a abordagem utilizada consiste na aplicação de uma amostragem aleatória representativa da população residente no Estado de Rondônia”.

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Não há informação se o trecho da metodologia foi copiado de outra pesquisa ou se, de fato, o questionário foi aplicado em Rondônia com candidatos de Mato Grosso. O PTB aponta que as “pesquisas eleitorais se traduzem como instrumentos para convencer eleitores indecisos”.

“Tendo em vista as irregularidades indicadas, a Pesquisa Eleitoral MT04447/2022 pode potencialmente influenciar e distorcer de maneira significativa o resultado das eleições e por consequência induzir o eleitor em erro”, destaca o advogado, que conseguiu convencer o Tribunal Regional Eleitoral – TRE/MT.

A sigla pediu a aplicação de multa para os veículos de comunicação que fizeram sua divulgação. A ação ficou sob a relatoria do juiz eleitoral Gilberto Bussiki, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O PTB confirmou, no último sábado (11), lançar o nome do produtor rural Antônio Galvan para o Senado, enquanto estuda um nome a ser lançado para o Governo de Mato Grosso.

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Marido mandante de morte de personal da mulher pega 20 anos de cadeia

Segundo as investigações, Guilherme arquitetou o crime e contratou dois executores, após descobrir uma suposta traição da esposa

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Crime ocorreu em 8 de novembro de 2017, quando a vítima saía da academia

O Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (5), Guilherme Dias de Miranda a 20 anos de reclusão em regime fechado por homicídio qualificado e Wallisson Magno de Almeida Santana a 9 anos em regime semiaberto por homicídio simples.

Guilherme foi acusado de mandar matar o personal trainer Danilo Campos, de 28 anos, que teria um suposto relacionamento com sua esposa. Já Wallison foi inicialmente denunciado como sendo um dos executores do crime, mas o MPE o apontou como piloto.

Danilo foi executado quando saía de uma academia no dia 8 de novembro de 2017, no bairro Jardim Cuiabá, na capital, quando um motociclista passou pelo local. O executor, até o momento, não foi identificado e nem preso.

Segundo as investigações, Guilherme arquitetou o crime e contratou dois executores, motivado por ciúmes. Policiais da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoas (DHPP), descobriram que a vítima havia conhecido a esposa de Guilherme em uma academia localizada no Shopping de Várzea Grande.

O caso foi descoberto pelo marido pouco tempo depois. Com a descoberta, Guilherme teria pedido a esposa para que frequentasse outra academia, porém, os encontros teriam continuado. De acordo com uma testemunha que era colega de trabalho de Danilo, o rapaz estaria recebendo ameaças.

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A partir de então, teria começado a andar armado. Ainda conforme a testemunha, Danilo, apesar das ameaças, sempre se mostrou tranquilo e dizia que jamais tinha visto Guilherme na academia. Durante depoimento, a namorada de Danilo na época contou que conheceu  a vítima em agosto de 2017 e negou ter conhecimento das ameaças supostamente cometidas por Guilherme.

A dupla foi presa em março de 2018, em São Paulo, enquanto tentavam fugir do país. A esposa de Guilherme, Ane Lise, chegou a ser presa em Foz do Iguaçu (PR) e trazida a Mato Grosso, mas acabou sendo colocada em liberdade após colaborar com as investigações e declarar ter sofrido ameaças do ex-companheiro.

Ela não foi denunciada pelo Ministério Público por envolvimento no crime. Danilo era filho de Nilo Campos, ex-vereador por Várzea Grande.

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