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Acusada de matar o marido e o amante será julgada em MT

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O julgamento de Cleia Rosa dos Santos Bueno, acusada de mandar matar o marido, Jandirlei Alves Bueno, de 39 anos, e o amante Adriano Gino, de 29 anos, em 2016 e 2017, respectivamente, será realizado na próxima quarta-feira (28), no Fórum de Sinop, a 503 km de Cuiabá.

O júri havia sido marcado para fevereiro deste ano, mas foi adiado por causa da pandemia. Além de Cléia, ainda passarão pelo Tribunal do Júri outros dois acusados de participação na morte de Adriano Gino, o amante. São eles, Adriano dos Santos e José Graciliano dos Santos.

Ela foi presa em março de 2018 e confessou os crimes. Os dois acusados da execução do amante teriam sido contratados por Cleia. Gino teria sido responsável por matar Jandirlei, a mando de Cleia, e passou a conviver com a viúva.

A dupla contratada foi quem indicou à polícia o local onde tinham enterrado o corpo de Adriano, que foi assassinado com golpes de enxada, em dezembro de 2017. O veículo oferecido em troca do assassinato foi apreendido pela polícia, na casa de Cléia.

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Conforme a ação, os homicídios teriam sidos praticados mediante meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que Jandirlei foi atacado quando estava dentro de casa, por golpes desferidos em seu abdômen, o que o fez agonizar no local por horas.

Já Adriano Gino sofreu diversos golpes de enxada em sua cabeça, estando adormecido em razão de ter sido dopado pelos criminosos, de modo que não foi possível oferecer resistência. “Assim, todos estes fatos revelam maior ousadia criminosa dos acusados, evidenciando acentuada periculosidade”, diz trecho da ação.

Morte do marido

O marido de Cléia, Jandirlei Alves Bueno, de 39 anos, foi assassinado em outubro de 2016. De acordo com a polícia, o crime foi cometido por Adriano a pedido da mulher, de quem era amante. Os dois simularam um latrocínio – roubo seguido de morte – para tentar despistar a polícia.

Jandirlei levou duas facadas no abdômen, foi hospitalizado e morreu dois meses depois. Conforme a polícia, Cléia queria se separar do marido para ficar com o amante. Como parte do plano, ela simulou que estava em estado de choque e não soube passar detalhes do que tinha acontecido no dia do suposto assalto.

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à residência do casal. Não informou, por exemplo, as características dos suspeitos.

“Os dois crimes foram motivados por brigas fúteis entre amante e marido. Em relação à morte do marido, ela se mostrou um pouco arrependia. Já o outro crime disse que faria novamente”, disse o delegado Ugo Ângelo Reck de Mendonça, que investigou as mortes na época.

À polícia, a mulher disse que o amante mudou o comportamento depois que passou a morar com ela e começou a ameaçá-la caso se separasse dele.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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