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Acusado de abusar da enteada chama a PM e acaba preso em MT

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Um homem de 27 anos, nome não divulgado, morador da Vila Três Flechas, zona rural de Confresa (1160 km da Capital), acionou a Polícia Militar (PM), no início da noite desse domingo (22), para escapar de ser linchado por populares que o acusavam de ter cometido abusos sexuais contra a enteada de 12 anos.

Ele negou os crimes, mas a vítima confirmou os abusos na delegacia.

Diante dos fatos, os policiais encaminharam as partes envolvidas à Delegacia de Polícia Civil, onde o acusado foi ouvido, deu sua versão dos fatos. Em seguida, a menor foi ouvida e confirmou ter sofrido abusos sexuais.

Segundo a vítima, em duas oportunidades em que estiveram sozinhos em casa, o padrasto teria passado a mão nas partes íntimas dela e feito ela passar a mão nos órgãos genitais dele.

A denúncia resultou no registro de ocorrência por crime de importunação sexual, as medidas cabíveis ao caso tomadas na unidade policial e os fatos investigados pela polícia.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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