CUIABÁ

GAROTO PROBLEMA

Adolescente acusado de aterrorizar condomínios em Cuiabá é preso

Já foram identificados, pelo menos, 25 roubos e furtos praticados pelo menor. A Polícia acredita que ele faça parte de uma quadrilha

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Em vídeos, é possível ver ele invadindo os residenciais e saindo com os carros furtados normalmente pelos portões principais.

Um adolescente de 15 anos, acusado de ser especialista em invadir condomínios de médio e alto padrão em diversos bairros de Cuiabá, foi apreendido na tarde de ontem (24).

O menor infrator foi detido em Nova Mutum (240 km de Cuiabá), durante cumprimento do mandado de apreensão decretado pela 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Cuiabá e foi cumprido pela equipe da Delegacia Regional e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos.

Após a apreensão, uma equipe da DEA de Cuiabá seguiu para Nova Mutum para fazer a transferência do adolescente, que foi encaminhado para internação em uma unidade do Sistema Socioeducativo.

O adolescente responde a ato infracional instaurado pela Delegacia Especializada do Adolescente de Cuiabá correspondente à participação do menor em furtos registrados em condomínios da Capital. Até o momento, já foram identificados 25 roubos e furtos praticados pelo menor.

Em um dos condomínios invadidos pelo adolescente, Condomínio Villagio San Francisco, no bairro Flamboyant, em Cuiabá, o adolescente conseguiu furtar dois veículos no dia 29 de abril. Nas imagens de câmeras de segurança do local, é possível ver a tranquilidade com o que menor invade o condomínio e sai pelo portão da frente com os veículos furtados.

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A polícia acredita que exista uma quadrilha por trás dessa série de roubos e furtos praticados pelo menor. Além dos carros, o infrator entra nos condomínios pulando o muro, depois invade as casas, pega a chave do carro e furta o que encontra, como notebook, celulares e dinheiro.

Os trabalhos também estão sendo acompanhados por outras duas unidades especializadas da Capital. A Delegacia de Roubo e Furtos de Veículos (Derfva) apura os roubos de veículos e a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá investiga os furtos a residências.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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