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Avião da FAB intercepta aeronave em MT e apreende 324 kg de cocaína

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Uma operação conjunta, realizada neste fim de semana, resultou na apreensão de uma aeronave que transportava cerca de 324 quilos de cloridrato de cocaína, que poderia render mais de R$ 20 milhões ao narcotráfico. O piloto foi forçada a pousar em Colniza (1.022 km de Cuiabá).

A Força Aérea Brasileira foi comunicada, pela Polícia Federal que o avião estava com o carregamento. Dois caças A-29 Super Tucano e um helicóptero H-60 Black Hawk da FAB, além de todo o Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro, entraram em ação.

Um caça aplicou as medidas de policiamento do espaço aéreo de averiguação e intervenção, quando o Cessna estava sobrevoando Rondônia (provavelmente vindo da Bolívia) até ser ordenada a fazer mudança de rota. O piloto que levava a droga ainda tentou se evadir e fez pouso em uma pista não homologada, em Mato Grosso.

Piloto ainda tentou pousar avião e fugir…

Policiais federais, a bordo de um Helicóptero H-60, da FAB, assumiram as medidas de controle de solo. O piloto fugiu imediatamente ao pousar o Cessna com mais de 300 quilos de cloridrato de cocaína. O comandante de Operações Aeroespaciais, tenente-Brigadeiro do Ar Sergio Roberto de Almeida, destacou o sucesso da operação conjunta.

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“O sucesso da missão ocorreu graças à prontidão da FAB e o apoio da Polícia Federal. Mais uma vez, demonstramos que somos capazes de desencadear operações de defesa aérea 24 horas por dia sete dias por semana”, disse, através da assessoria.

A operação contou com o apoio do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) da PM de Mato Grosso que avalia o prejuízo ao crime organizado em mais de R$ 8,7 milhões. A aeronave e entorpecentes foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Porto Velho (RO).

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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